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Consumo, poder, identidade e hegemonia: uma análise da guerra comercial entre China e Estados Unidos sob uma ótica da antropologia do consumo

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Orientador

Dias, Laércio Fidelis

Coorientador

Pós-graduação

Curso de graduação

Marília - FFC - Relações Internacionais

Título da Revista

ISSN da Revista

Título de Volume

Editor

Universidade Estadual Paulista (Unesp)

Tipo

Trabalho de conclusão de curso

Direito de acesso

Acesso abertoAcesso Aberto

Resumo

Resumo (português)

Este trabalho tem como objetivo analisar a guerra comercial entre Estados Unidos e China como uma expressão contemporânea da disputa por hegemonia global, a partir da perspectiva da antropologia do consumo e com base no método descritivo-analítico. Essa metodologia combina a descrição detalhada do fenômeno (incluindo as medidas tarifárias e protecionistas adotadas a partir de 2018) com a análise de suas causas, dinâmicas e desdobramentos. Ao integrar a coleta e organização de dados com sua interpretação crítica, o método permite não apenas apresentar o desenvolvimento da guerra comercial, mas também identificar padrões, relações de causalidade e implicações mais amplas para o sistema internacional. Nessa direção, a pesquisa utiliza fontes primárias (discursos oficiais, medidas tarifárias, dados econômicos) e secundárias (literatura acadêmica e jornalística) para primeiro, descrever o processo de escalada das tensões comerciais e, posteriormente, analisar os fatores geopolíticos que sustentam essa disputa. Parte-se da hipótese de que tais medidas configuram uma estratégia deliberada de contenção, especialmente por parte dos Estados Unidos, voltada a limitar a ascensão da China como potência emergente. O emprego articulado do caráter descritivo e do caráter analítico possibilita compreender tanto o funcionamento concreto da guerra comercial quanto seus efeitos e significados no campo do consumo. Diante disso, a pergunta central que orienta a pesquisa é: como a guerra comercial entre Estados Unidos e China pode ser interpretada, à luz da antropologia do consumo, como uma disputa por hegemonia global? Ao adotar o método descritivo-analítico, o trabalho busca oferecer uma compreensão ampla e fundamentada do fenômeno, articulando a apresentação dos fatos com sua análise crítica e contribuindo para o debate sobre as novas formas de disputa hegemônica no cenário internacional.

Resumo (inglês)

This study aims to analyze the trade war between the United States and China as a contemporary expression of the struggle for global hegemony, drawing on the perspective of the anthropology of consumption and grounded in the descriptive-analytical method. This methodology combines the detailed description of the phenomenon—particularly the tariff and protectionist measures adopted since 2018—with the analysis of its causes, dynamics, and outcomes. By integrating the collection and organization of data with their critical interpretation, the method allows not only for outlining the development of the trade war but also for identifying patterns, causal relationships, and broader implications for the international system.In this sense, the research employs primary sources (official statements, tariff measures, economic data) and secondary sources (academic literature and journalistic materials) to first describe the escalation of commercial tensions and then analyze the geopolitical factors shaping this dispute. The study is based on the hypothesis that such measures constitute a deliberate containment strategy, particularly on the part of the United States, aimed at limiting China’s rise as an emerging power. The combined descriptive and analytical components of the method make it possible to understand both the concrete functioning of the trade war and its effects and meanings within the sphere of consumption. Accordingly, the central question guiding this research is: how can the trade war between the United States and China be interpreted, through the lens of the anthropology of consumption, as a struggle for global hegemony? By adopting the descriptive-analytical method, the study seeks to provide a comprehensive and well-grounded understanding of the phenomenon, articulating factual presentation with critical analysis and contributing to the broader debate on new forms of hegemonic competition in the contemporary international landscape.

Descrição

Palavras-chave

Hegemonia, Estados Unidos, Consumo, Antropologia do consumo, Antropologia econômica, China, Hegemony, United States, Economic anthropology

Idioma

Português

Citação

CUNHA, Isadora Angelini. Consumo, poder, identidade e hegemonia: uma análise da guerra comercial entre China e Estados Unidos sob uma ótica da antropologia do consumo. 2026. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Relações Internacionais) – Faculdade de Filosofia e Ciências, Universidade Estadual Paulista (UNESP), Marília, 2025.

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