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LINFOMA DE HODGKIN: AVALIAÇÃO EPIDEMIOLÓGICA NO BRASIL

dc.contributor.authorMantovani, Miguel Marques
dc.contributor.authorNogueira, Yasmin Borges Castro Pinto e
dc.contributor.authorSoares, NAGCS [UNESP]
dc.contributor.authorHruschka, Gustavo Poltronieri
dc.contributor.authorCosta, JVVM [UNESP]
dc.contributor.author'Orto, Luiz Carlos Mendes Campo Dall
dc.contributor.authorMoreira, Victor Hugo Dinardi
dc.contributor.authorBastos, VA [UNESP]
dc.contributor.authorDuarte, Cristiano Marciano
dc.contributor.authorMelo, Ligia Niero de
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual Paulista (UNESP)pt
dc.date.accessioned2026-08-19T19:23:02Z
dc.date.issued2024-10-01
dc.description.abstractIntrodução Linfoma de Hodgkin (LH) é neoplasia de origem linfática, caracterizada por disseminação ordenada, em linfonodos contíguos. Tem origem a partir de mutação em linfócito B (“crippling”) que não sofre apoptose e se prolifera, disseminando-se em eixo axial (cervical & mediastinal, comumente). Pode evoluir a óbito em meses se não diagnosticado e tratado adequadamente. A necessidade de se estabelecer perfil epidemiológico por permitir identificação de população mais acometida e/ou suscetível à doença, se faz necessária na busca de maior conhecimento da etiopatogenia envolvida. Objetivo Avaliar pacientes diagnosticados com LH, através da base de dados do Atlas de Mortalidade por Câncer do Instituto Nacional de Câncer (INCA), comparando-os à literatura. Metodologia Estudo de caráter retrospectivo descritivo em abordagem quantitativa, embasada por análise de dados digitais dos registros em Atlas de Mortalidade por Câncer - Instituto Nacional de Câncer (INCA), de 1979 a 2022. Estes dados são de domínio público e encontram-se disponíveis em www.inca.gov.br; dispensada a avaliação de Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) em seres humanos. Os dados foram analisados pelo software Google Planilhas. Na avaliação da mortalidade, os dados foram agrupados conforme CID-10 (CID-C81), com seleção dos CIDs de interesse no Atlas de Mortalidade por Câncer (Modelos 1, 2 e 10). Admitiu-se, para análise das frequências de mortalidade, os números absolutos de óbitos/ano e sua distribuição por faixa etária. Resultados e discussão Pacientes do sexo masculino (59,9%), tiveram maior propensão a desenvolver o LH do que mulheres, na faixa etária de 15-29 anos, com maior expressão entre 30-39 e 60-69. A porcentagem de óbitos (relativas ao total de mortes por neoplasias) diminuiu 66,9%, saindo de 0,68% (0,86% homens, 0,5% mulheres) para 0,225% (0,24% homens, 0,21% mulheres), desde 1979. Perfil Médio de Mortalidade (PMM): Evoluiram a óbito homens entre 40 a 49 anos. Conclusão Nossos resultados apontam para maior prevalência do LH em homens jovens de 15 a 29 anos. A redução proporcional de óbitos poderia sugerir avanços significativos no diagnóstico e tratamento pertinentes. No entanto, o aumento absoluto de óbitos na última década alerta para investigação adicional sobre o que levou a esta tendência. A persistência de números constantes de óbitos até 2011 e aumento nos anos subsequentes, deveria abordar fatores socioeconômicos, ambientais e/ou genéticos para esta mudança. Há indicativo positivo, pela queda proporcional, de que esforços diagnósticos & terapêuticos têm sido mais eficazes. PMM apontou para homens de 40 a 49 anos, o que demanda políticas de Saúde Pública mais incisivas, como programas de rastreamento em grupos de risco e campanhas de conscientização sobre os sinais e sintomas do LH, evitando-se diagnósticos tardios o que favoreceria tratamentos mais eficazes.
dc.description.affiliationFaculdade de Medicina de Botucatu, Universidade Estadual Paulista (UNESP), Botucatu, SP, Brasil
dc.description.affiliationUnespFaculdade de Medicina de Botucatu, Universidade Estadual Paulista (UNESP), Botucatu, SP, Brasil
dc.identifierhttps://app.dimensions.ai/details/publication/pub.1181459619
dc.identifier.dimensionspub.1181459619
dc.identifier.doi10.1016/j.htct.2024.09.356
dc.identifier.issn2531-1379
dc.identifier.issn2531-1387
dc.identifier.orcid0000-0002-9567-2023
dc.identifier.orcid0000-0002-1788-0724
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/11449/329897
dc.publisherElsevier
dc.relation.ispartofHematology Transfusion and Cell Therapy; v. 46; p. s212-s213
dc.rights.accessRightsAcesso abertopt
dc.rights.sourceRightsoa_all
dc.rights.sourceRightsgold
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dc.titleLINFOMA DE HODGKIN: AVALIAÇÃO EPIDEMIOLÓGICA NO BRASIL
dc.typeArtigopt
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unesp.campusUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Medicina, Botucatupt

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