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Ecoansiedade e crise ambiental: desafios para a saúde mental e a educação ambiental

dc.contributor.advisorRumenos, Níjima Novello
dc.contributor.authorCanal, Beatriz Pátaro
dc.contributor.committeeMemberSpazziani, Maria de Lourdes
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual Paulista (UNESP)pt
dc.date.accessioned2026-08-26T14:02:34Z
dc.date.issued2026-08-20
dc.description.abstractA crise socioambiental contemporânea, decorrente do modelo de desenvolvimento antrópico pautado no consumismo e na exploração intensiva de recursos naturais, tem produzido impactos que ultrapassam a dimensão ecológica, afetando diretamente a saúde mental da população. Nesse contexto, emerge o conceito de ecoansiedade, definido como um medo crônico da destruição ambiental. Este trabalho teve como objetivo compreender como a comunidade de uma universidade pública do interior de São Paulo percebe e vivencia essa crise, buscando identificar possíveis reflexos na saúde mental, além de analisar a produção acadêmica sobre o tema à luz da Educação Ambiental Crítica (EAC) e da Educação Ambiental Sintrópica (EAS). Para tanto, foi realizada uma revisão sistemática da literatura, com base no protocolo RBS Roadmap, nas bases Scopus, Periódicos Capes, Lilacs, Embase e PubMed, resultando na seleção de doze artigos, e um questionário autoaplicado a 547 membros da comunidade de uma universidade pública do interior paulista. Os resultados evidenciaram uma escassez de produções científicas voltadas especificamente à ecoansiedade, ainda concentradas nas áreas de saúde coletiva, enfermagem e psicanálise. No questionário, verificou-se que 82% dos participantes desconheciam o termo, mas, após reflexão, 56,9% reconheceram sentir a ecoansiedade em algum grau, e a maioria relatou insegurança quanto ao futuro. Quanto às ações de enfrentamento, predominaram práticas de cunho individual e pragmático em detrimento de ações coletivas e politicamente engajadas. Conclui-se que a ecoansiedade constitui um fenômeno ainda invisibilizado, tanto na literatura científica quanto no cotidiano da comunidade universitária, reforçando a urgência de ampliar pesquisas e práticas educativas que articulem cuidado psicológico e transformação social, nos moldes propostos pela EAC e pela EAS.pt
dc.description.abstractThe contemporary socio-environmental crisis, arising from an anthropic development model based on consumerism and the intensive exploitation of natural resources, has produced impacts that transcend the ecological dimension, directly affecting the population's mental health. In this context, the concept of eco-anxiety emerges, defined as a chronic fear of environmental destruction. This study aimed to understand how the community of a public university in the interior of São Paulo perceives and experiences this crisis, seeking to identify possible effects on mental health, in addition to analyzing academic production on the subject in light of Critical Environmental Education (CEE) and Syntropic Environmental Education (SEE). To this end, a systematic literature review was conducted, based on the RBS Roadmap protocol, in the Scopus, Periódicos Capes, Lilacs, Embase, and PubMed databases, resulting in the selection of twelve articles, as well as a self-administered questionnaire answered by 547 members of the community of a public university in the interior of São Paulo state. The results evidenced a scarcity of scientific productions specifically focused on eco-anxiety, still concentrated in the fields of collective health, nursing, and psychoanalysis. In the questionnaire, it was found that 82% of participants were unaware of the term, but after reflection, 56.9% acknowledged feeling eco-anxiety to some degree, and the majority reported insecurity regarding the future. Regarding coping actions, individual and pragmatic practices redominated over collective and politically engaged actions. It is concluded that eco-anxiety constitutes a still invisible phenomenon, both in the scientific literature and in the daily life of the university community, reinforcing the urgency of expanding research and educational practices that articulate psychological care and social transformation, along the lines proposed by CEE and SEE.en
dc.identifier.citationCANAL, Beatriz Pátaro, Ecoansiedade e crise ambiental : desafios para a saúde mental e a educação ambiental. Orientadora: Nijima Novello Rumenos. 2026. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Ciências Biológicas) - Instituto de Biociências, Universidade Estadual Paulista (UNESP), Botucatu, 2026.
dc.identifier.orcid0009-0004-5523-4565
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/11449/330216
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Estadual Paulista (UNESP)pt
dc.rights.accessRightsAcesso restritopt
dc.subjectEcoansiedadept
dc.subjectEducação ambientalpt
dc.subjectCrise climáticapt
dc.titleEcoansiedade e crise ambiental: desafios para a saúde mental e a educação ambientalpt
dc.title.alternativeEco-anxiety and environmental crisis: challenges for mental health and environmental educationen
dc.typeTrabalho de conclusão de cursopt
dspace.entity.typePublication
relation.isOrgUnitOfPublicationab63624f-c491-4ac7-bd2c-767f17ac838d
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unesp.campusUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Instituto de Biociências, Botucatupt
unesp.examinationboard.typeBanca públicapt
unesp.undergraduateBotucatu - IBB - Ciências Biológicaspt

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