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Milk microbiota of clinical mastitic cows: an etiological approach

dc.contributor.authorLucheis, Simone Baldini [UNESP]
dc.contributor.authorSalina, Anelise [UNESP]
dc.contributor.authorJoaquim, Sâmea Fernandes [UNESP]
dc.contributor.authorGuerra, Simony Trevizan [UNESP]
dc.contributor.authorGuimarães, Felipe Freitas [UNESP]
dc.contributor.authorRibeiro, Márcio Garcia [UNESP]
dc.contributor.authorRall, Vera Lúcia Mores [UNESP]
dc.contributor.authorHernandes, Rodrigo Tavanelli [UNESP]
dc.contributor.authorda Silva Leite, Domingos
dc.contributor.authorCurci, Vera Cláudia Magalhães
dc.contributor.authorRossi, Gabriel Augusto Marques
dc.contributor.authorLangoni, Helio [UNESP]
dc.date.accessioned2026-04-28T17:37:00Z
dc.date.issued2025-01-01
dc.description.abstractABSTRACT: Bovine mastitis is the most impacting disease of dairy industry, and it is characterized by a complexity of causal agents, which have revealed a geographical variation among regions and countries. The mastitis-related pathogens have been traditionally classified as contagious or environmental, based on habits of the microorganisms and transmission routes. Besides, the severity of mammary infections has been associated with the virulence of the pathogens, and immune and nutritional status of the hosts. Considering this scenario, we investigated the etiological pattern, clinical severity scores, and days in milk (DIM) data in 4,273 clinical cases of bovine mastitis among ten large-dairy farms located in Brazil. Streptococcus dysgalactiae (283/4,273 = 6.6%), Escherichia coli (190/4,273 = 4.4%), Prototheca spp. (112/4,273 = 2.6%), and Streptococcus uberis (95/4,273 = 2.2%) were the predominant pathogens isolated. Among 4,273 clinical cases, clinical severity score was available in 43.8% (1,871/4,273) animals. From these, 69.8% (1,306/1,871), 27.3% (510/1,871), and 2.9% (55/1,871) were scored as mild, moderate, and severe, respectively. Pathogens were observed mainly in samples obtained during the first 100 days in milk, and clinical severity scored mainly as mild. Our results contributed to the etiological identification, clinical severity scoring, and milking aspects of mastitic cows in dairy farms with a history of clinical mammary infections. RESUMO: A mastite bovina é a doença mais impactante na indústria de laticínios e é caracterizada por uma complexidade de agentes causais, os quais têm revelado uma variação geográfica entre regiões e países. Os patógenos relacionados à mastite têm sido tradicionalmente classificados como contagiosos ou ambientais, com base na fonte de infecção ou origem e nas vias de transmissão. Além disso, a gravidade das infecções mamárias tem sido associada à virulência dos patógenos, e ao estado imunológico e nutricional dos animais. Considerando esse cenário, investigamos os agentes etiológicos, os escores de gravidade clínica e os dados de dias em lactação (DEL) em 4.273 casos clínicos de mastite bovina em dez fazendas de grande porte, quatro localizadas no sudoeste do estado de São Paulo e seis no sul do Estado de Minas Gerais, Brasil. Streptococcus dysgalactiae (283/4.273 = 6,6%), Escherichia coli (190/4.273 = 4,4%), Prototheca spp. (112/4.273 = 2,6%) e Streptococcus uberis (95/4.273 = 2,2%) foram os patógenos predominantes isolados. Entre os 4.273 casos clínicos, a pontuação de gravidade clínica estava disponível em 43,8% (1.871/4.273) dos animais. Desses, 69,8% (1.306/1.871), 27,3% (510/1.871) e 2,9% (55/1.871) foram classificados como leves, moderados e graves, respectivamente. Os patógenos foram observados principalmente em amostras obtidas durante os primeiros 100 dias em lactação, e a gravidade clínica foi principalmente classificada como leve. Nossos resultados contribuem para a identificação etiológica, a pontuação de gravidade clínica e os aspectos de ordenha de vacas com mastite em fazendas leiteiras com histórico de infecções mamárias clínicas.
dc.description.affiliationDepartamento de Produção Animal e Medicina Veterinária Preventiva, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP), 18618-681, Botucatu, SP, Brasil.., Departamento de Produção Animal e Medicina Veterinária Preventiva, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP), 18618-681, Botucatu, SP, Brasil
dc.description.affiliationDepartamento de Ciências Químicas e Biológicas, Instituto de Biociências, Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP), Botucatu, SP, Brasil., Departamento de Ciências Químicas e Biológicas, Instituto de Biociências, Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP), Botucatu, SP, Brasil
dc.description.affiliationDepartamento de Genética, Evolução, Microbiologia e Imunologia, Universidade de Campinas (UNICAMP), Campinas, SP, Brasil., Departamento de Genética, Evolução, Microbiologia e Imunologia, Universidade de Campinas (UNICAMP), Campinas, SP, Brasil
dc.description.affiliationInstituto Biológico, Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), Araçatuba, SP, Brasil., Instituto Biológico, Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), Araçatuba, SP, Brasil
dc.description.affiliationUniversidade Vila Velha (UVV), Vila Velha, ES, Brasil., Universidade Vila Velha (UVV), Vila Velha, ES, Brasil
dc.description.affiliationUnespDepartamento de Produção Animal e Medicina Veterinária Preventiva, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP), 18618-681, Botucatu, SP, Brasil.., Departamento de Produção Animal e Medicina Veterinária Preventiva, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP), 18618-681, Botucatu, SP, Brasil
dc.description.affiliationUnespDepartamento de Ciências Químicas e Biológicas, Instituto de Biociências, Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP), Botucatu, SP, Brasil., Departamento de Ciências Químicas e Biológicas, Instituto de Biociências, Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP), Botucatu, SP, Brasil
dc.identifierhttps://app.dimensions.ai/details/publication/pub.1182024006
dc.identifier.dimensionspub.1182024006
dc.identifier.doi10.1590/0103-8478cr20230555
dc.identifier.issn0103-8478
dc.identifier.issn1678-4596
dc.identifier.orcid0000-0002-4842-5281
dc.identifier.orcid0000-0002-7044-6345
dc.identifier.orcid0000-0002-5663-9538
dc.identifier.orcid0000-0002-7557-8427
dc.identifier.orcid0000-0003-3349-7431
dc.identifier.orcid0000-0003-2682-9389
dc.identifier.orcid0000-0003-4280-5619
dc.identifier.orcid0000-0001-6695-6003
dc.identifier.orcid0000-0003-4737-7852
dc.identifier.orcid0000-0001-7967-7628
dc.identifier.orcid0000-0001-5127-0762
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/11449/322856
dc.publisherFapUNIFESP (SciELO)
dc.relation.ispartofCiência Rural; n. 02; v. 55; p. e20230555
dc.rights.accessRightsAcesso abertopt
dc.rights.sourceRightsoa_all
dc.rights.sourceRightsgold
dc.sourceDimensions
dc.titleMilk microbiota of clinical mastitic cows: an etiological approach
dc.typeArtigopt
dspace.entity.typePublication
relation.isOrgUnitOfPublication9ca5a87b-0c83-43fa-b290-6f8a4202bf99
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unesp.campusUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Botucatupt

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