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dc.contributor.authorPereira, Ana Paula Maciel [UNESP]
dc.contributor.authorWerle, Catierine Hirsch [UNESP]
dc.contributor.authorGonçalves, Tãnia Maria Vinturim [UNESP]
dc.contributor.authorHoffmann, Fernando Leite [UNESP]
dc.date.accessioned2015-04-27T11:55:31Z
dc.date.available2015-04-27T11:55:31Z
dc.date.issued2011
dc.identifierhttp://revistas.bvs-vet.org.br/rialutz/article/view/5824
dc.identifier.citationRevista do Instituto Adolfo Lutz, v. 70, n. 2, p. 139-143, 2011.
dc.identifier.issn0073-9855
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11449/122271
dc.description.abstractThe consumption of minimally processed vegetables has been growing due to consumer demand for products easy to prepare. As it is extremely manipulated, this product can be contaminated with spoilage organisms such as yeasts, that have the ability to decrease the shelf life of food. In this sense, seeking to concerns about the resistance of microorganisms to sanitation methods for food industries and given the need for more studies of the antimicrobial power of ozone, this study aimed to isolate and identify the yeasts present in minimally processed vegetables, and check their antimicrobial resistance to sodium hypochlorite and ozone. 84 samples of minimally processed vegetables were collected. From them, 47 yeast cultures were isolated and submitted for identification and testing of resistance to sodium hypochlorite sanitizers (50, 100, 200 and 400 ppm) and ozone (0.25 and 0.5 ppm). From the total yeast isolated, 85.1% corresponds to Cryptococcus laurentii, 12.8% to Arxula adeninivorans and 2.1% to Debaryomyces hansenii var. fabryii. All of them were resistant to the sanitizers sodium hypochlorite and ozone at all concentrations tested. Given these observations, some actions must be taken during processing to avoid contamination with deteriorative microbiota.en
dc.description.abstractO consumo de vegetais minimamente processados vem crescendo devido às exigências dos consumidores por produtos de fácil preparo. Este produto, por ser extremamente manipulado, pode ser contaminado por microorganismos deteriorantes, como as leveduras, que possuem a capacidade de diminuir a vida útil do alimento. Neste sentido, visando à preocupação com a resistência de micro-organismos aos métodos de sanitização utilizados pelas indústrias de alimentos e diante da necessidade de maiores estudos do poder antimicrobiano do ozônio, este estudo teve por objetivo isolar e identificar as leveduras presentes nos vegetais minimamente processados e verificar sua resistência antimicrobiana frente ao hipoclorito de sódio e ozônio. Foram coletadas 84 amostras de vegetais minimamente processados. Destas, foram isoladas 47 culturas de leveduras que foram submetidas à identificação e ao ensaio de resistência ao hipoclorito de sódio (50, 100, 200 e 400 ppm) e ozônio (0,25 e 0,5 ppm). Do total de leveduras isoladas, 85,1% corresponderam à Cryptococcus laurentii, 12,8% à Arxula adeninivorans e 2,1% à Debaryomyces hansenii var. fabryii. Todas elas apresentaram resistência aos sanitizantes hipoclorito de sódio e ozônio em todas as concentrações testadas. Diante destas observações, medidas devem ser adotadas durante o processamento para evitar a contaminação por microbiota deteriorante.pt
dc.format.extent139-143
dc.language.isopor
dc.relation.ispartofRevista do Instituto Adolfo Lutz
dc.sourceCurrículo Lattes
dc.subjectvegetais minimamente processadospt
dc.subjectleveduraspt
dc.subjecthipoclorito de sódiopt
dc.subjectozôniopt
dc.subjectminimally processed vegetablesen
dc.subjectyeasten
dc.subjectsodium hypochloriteen
dc.subjectozoneen
dc.titleIdentificação e avaliação da resistência antimicrobiana de leveduras em vegetais minimamente processadospt
dc.title.alternativeIdentification and evaluation of antimicrobial resistance of yeast in minimally processed vegetablesen
dc.typeArtigo
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
dc.description.affiliationUnespDepartamento de Ciência e Tecnologia de Alimentos, Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas, Universidade Estadual Paulista
dc.rights.accessRightsAcesso aberto
unesp.campusUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Instituto de Biociências Letras e Ciências Exatas, São José do Rio Pretopt
dc.identifier.fileISSN0073-9855-2011-70-02-139-143.pdf
dc.identifier.lattes3430489550827219
dc.identifier.lattes0654309398298095
unesp.author.lattes3430489550827219
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