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dc.contributor.authorFernandes, João Candido (UNESP)
dc.date.accessioned2016-06-28T17:31:26Z
dc.date.available2016-06-28T17:31:26Z
dc.date.issued2011
dc.identifierhttp://www.unesp.br/portal#!/prograd/e-livros-prograd/
dc.identifier.citationCONGRESSO ESTADUAL PAULISTA SOBRE FORMAÇÃO DE EDUCADORES, 11.; CONGRESSO NACIONAL DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES, 1., 2011, Águas de Lindóia. Por uma política nacional de formação de professores... São Paulo: UNESP; PROGRAD, 2011. p. 2572-2582
dc.identifier.issn9708-2011
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11449/139718
dc.description.abstractO trabalho apresenta uma pesquisa estatística sobre a procura por cursos nos principais vestibulares brasileiros nos últimos 20 anos, comparando as três grandes áreas: Ciências Exatas, Ciências Humanas e Ciências Biológicas. Faz uma análise dos Cursos de Engenharia, comparando a demanda por vagas, o ingresso nos vestibulares e o número de profissionais formados. A metodologia empregada foi o levantamento estatístico a partir de 1990 da demanda de vagas em vestibulares de 19 cursos na área de Ciências Exatas, 27 cursos na área de Ciências Biológicas e 17 cursos na área de Ciências Humanas. Para a área de Engenharia foram obtidos dados sobre o número de formandos. Os resultados apresentaram (até o ano de 1999) uma diminuição na procura de cursos superiores nas áreas de Ciências Exatas, acompanhada de um aumento na procura de cursos na área de Ciências Humanas. Esta mesma tendência ocorreu também nos Estados Unidos e Europa, que até hoje indicam uma falta de técnicos e cientistas, chegando a ocorrer que vários países (como a Alemanha, por exemplo) invistam em programas de ‘importação’ de Engenheiros. A partir do ano 2000, houve uma estabilidade na demanda por vagas na área de Engenharia (com um pequeno aumento influenciado pelos cursos de Engenharia de Produção) e uma forte queda na procura por vagas na área de Ciências Humanas. Atualmente, a formação de Engenheiros no Brasil é preocupante, pois são formados menos de um terço do necessário: apenas a metade das vagas da área de Engenharia é preenchida nos vestibulares e menos de um terço dos ingressantes são formados.pt
dc.format.extent2572-2582
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
dc.publisherPró-Reitoria de Graduação (PROGRAD UNESP)
dc.relation.ispartofCongresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores
dc.subjectVestibularespt
dc.subjectDemanda por vagaspt
dc.subjectEngenhariapt
dc.subjectFormação de Engenheirospt
dc.titleAvaliação da demanda de vagas para os cursos na área de ciência e tecnologia no brasilpt
dc.typeTrabalho apresentado em evento
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
dc.description.affiliationUnespUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Departamento de Engenharia Mecânica, Faculdade de Engenharia (FEB), Bauru
dc.rights.accessRightsAcesso aberto
unesp.campusUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Engenharia, Baurupt
dc.identifier.fileISSN2236-9708-2011-2572-2582.pdf
dc.identifier.lattes4865843384741483
unesp.departmentEngenharia Mecânciapt
unesp.author.lattes4865843384741483
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