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dc.contributor.authorKotz, Tailene Elisa
dc.contributor.authorPio, Rafael
dc.contributor.authorCampagnolo, Marcelo Angelo
dc.contributor.authorChagas, Edvan Alves
dc.contributor.authorDalastra, Idiana Marina [UNESP]
dc.date.accessioned2014-05-20T13:19:38Z
dc.date.available2014-05-20T13:19:38Z
dc.date.issued2011-01-01
dc.identifierhttp://dx.doi.org/10.1590/S0006-87052011000200013
dc.identifier.citationBragantia. Instituto Agronômico de Campinas, v. 70, n. 2, p. 344-348, 2011.
dc.identifier.issn0006-8705
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11449/5210
dc.description.abstractCom o intuito de desenvolver um protocolo de enxertia em estacas não enraizadas de figueira 'Roxo de Valinhos' (Ficus carica L.), foram realizados dois experimentos com aplicação de duas técnicas de propagação: borbulhia e garfagem. No primeiro experimento, estacas lenhosas de 20 cm de comprimento, coletadas da porção mediana dos ramos, de junho a setembro, foram enxertadas por borbulhia tipo placa e T normal. No segundo experimento, os propágulos foram coletados em julho e as estacas foram enxertadas pelo método da garfagem, imergindo-se metade das estacas em solução de 2.000 mg L-1 de AIB por 10 segundos e metade permaneceu como controle. Os enxertos foram protegidos com sacos plásticos transparentes (18 x 3 cm), mantidos por 0, 15, 30, 45 e 60 dias. Posteriormente, as estacas dos dois experimentos foram enterradas a 2/3 de seu comprimento em leito de areia, sob telado (sombrite com 50% de luminosidade). Aos 60 e 120 dias após a enxertia, mensuraram-se a porcentagem de borbulhas e garfos vivos, a porcentagem de borbulhas e garfos brotados, a porcentagem de borbulhas e garfos vivos em porta-enxertos enraizados e o comprimento médio da brotação do enxerto. Concluiu-se que a enxertia da figueira 'Roxo de Valinhos' pode ser efetuada por borbulhia, pelo método T, e por garfagem, devendo-se efetuar a imersão das estacas em AIB e proteger os garfos por 60 dias.pt
dc.description.abstractAiming to develop a protocol for grafting unrooted cuttings of 'Roxo de Valinhos' fig tree (Ficus carica L.), two experiments were carried by applying different propagation techniques: budding and grafting. In the first experiment, cuttings of 20 cm length taken from the middle portion of the branches from June to September were grafted by bud of plate type and normal 'T' type. In the second experiment, cuttings were collected in July and grafted by the cleft grafting method, by immersing cuttings in 2.000 mg L-1 IBA for 10 s. Control cuttings were not immersed in IBA. The grafts were protected with transparent plastic bags (18 x 3 cm), for 0, 15, 30, 45 and 60 days. Cuttings from both experiments were buried 2/3 of their length in sand under greenhouse conditions (50% of shading). At 60 and 120 days after grafting, percentage of buds and forks alive, buds and forks sprouted, percentage of buds and forks alive on rooted rootstocks, and sprout length were evaluated. As conclusion, grafting of 'Roxo de Valinhos' fig tree can be accomplished by normal T type budding and also by grafting, with an immersion of the cuttings in IBA and graft protection for 60 days.en
dc.description.sponsorshipConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
dc.format.extent344-348
dc.language.isopor
dc.publisherInstituto Agronômico de Campinas
dc.relation.ispartofBragantia
dc.sourceSciELO
dc.subjectFicus carica L.pt
dc.subjectpropagação vegetativapt
dc.subjectAIBpt
dc.subjectFicus carica Len
dc.subjectvegetative propagationen
dc.subjectIBAen
dc.titleEnxertia em figueira 'Roxo de Valinhos' por borbulhia e garfagempt
dc.title.alternativeGrafting fig tree 'Roxo de Valinhos' by budding and cleften
dc.typeArtigo
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE)
dc.contributor.institutionUniversidade Federal de Lavras (UFLA)
dc.contributor.institutionEmpresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
dc.description.affiliationUniversidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE)
dc.description.affiliationUniversidade Federal de Lavras (UFLA) Departamento de Agricultura
dc.description.affiliationEmpresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária
dc.description.affiliationUniversidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Faculdade de Ciências Agronômicas
dc.description.affiliationUnespUniversidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Faculdade de Ciências Agronômicas
dc.identifier.doi10.1590/S0006-87052011000200013
dc.identifier.scieloS0006-87052011000200013
dc.rights.accessRightsAcesso aberto
dc.identifier.fileS0006-87052011000200013.pdf
dc.relation.ispartofsjr0,555
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