Determinação e percepção do brilho superficial de resinas compostas: influência das propriedades do material, do meio de propagação da luz, do observador e do envelhecimento induzido
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Data
2016-05-31
Autores
Orientador
Coorientador
Pós-graduação
Curso de graduação
Título da Revista
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Editor
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Tipo
Tese de livre-docência
Direito de acesso
Acesso aberto
Resumo
Resumo (inglês)
The aim of this study was to investigate the influence of resin composite properties (color (A1, A2 and A3), translucency (dentin and enamel), thickness (0.5 to 3.0 mm) and the presence of opaque background) on surface gloss. The influence of light propagation medium and instruction of observers on perception of gloss was also assessed. Aging protocols (thermal, chemical, mechanical, optical, and whitening treatment with associations) were tested on surface gloss property. The objective gloss was measured using a glossmeter (Novo-Curve), with 600 geometry and 2 x 2 mm area. Subjective data were obtained from observation of specimens in light booth (MM - 2E / UV), by different observers. Analysis of variance, Tukey' multiple comparisons, and nonlinear regression tests were used (5%). Thickness was the only material property influencing results (p<0.001), with lower values of surface gloss for 0.5 mm specimens. Illuminant influenced perception of gloss, with lower percentage of perceptibility for the fluorescent light (p=0.042), compared to the incandescent one. Observer does not influence the perception of surface gloss of resin composites (p=0.598). The percepti y w 17 6 ΔU protocols reduced surface gloss (p<0.001), except for whitening, being the reduction material-dependent in some tested methods. We concluded that the surface gloss is influenced by thickness of translucent materials, light propagation medium should be considered and aging methods deteriorated this property
Resumo (português)
O objetivo deste trabalho foi verificar a influência de propriedades de resinas compostas (cor (A1, A2 e A3), translucidez (dentina e esmalte), espessura (0,5 a 3,0 mm) e presença de anteparo opaco) no brilho superficial. A influência do meio de propagação da luz e a instrução de observadores na percepção de brilho também foram verificadas. Protocolos de envelhecimento (térmico, químico, mecânico, óptico, e tratamento clareador e associações) foram testados sobre o brilho superficial. O brilho objetivo foi medido por meio de medidor de brilho (Novo-Curve), com geometria em 600 e área de 2 x 2 mm. Os dados subjetivos foram obtidos da observação de diferentes espécimes em cabine de luz (MM - 2E/ UV), por diferentes observadores. Testes de análise de variância, de comparações múltiplas Tukey e testes de regressão não-linear foram utilizados (5%). A espessura foi o único parâmetro que influenciou nos resultados (p<0,001), com valores de brilho superficial inferiores em espécimes de 0,5 mm. O tipo de iluminante influenciou na percepção do brilho superficial, com menores porcentagens de acerto para a luz fluorescente (p=0,042), em relação à incandescente. O observador não influencia na percepção de brilho de resinas compostas (p=0,598). O limite de perceptibilidade foi de 17,6 ΔUB. Os envelhecimentos reduzem o brilho superficial (p<0,001), exceto o clareamento, sendo material-dependente em alguns dos métodos testados. Conclui-se que o brilho superficial depende da espessura em materiais translúcidos, que o meio de propagação da luz deve ser considerado e que envelhecimentos deterioram esta propriedade
Descrição
Palavras-chave
Idioma
Português
Como citar
BRESCIANI, Eduardo. Determinação e percepção do brilho superficial de resinas compostas: influência das propriedades do material, do meio de propagação da luz, do observador e do envelhecimento induzido. 2016. 140 f. Tese (livre docência) - Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho, Instituto de Ciência e Tecnologia (Campus de São José dos Campos), 2016.