Saúde da criança: integrando o ensino de graduação médica com a assistência à criança na comunidade

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Data

2001

Orientador

Coorientador

Pós-graduação

Curso de graduação

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Editor

Universidade Estadual Paulista (Unesp)

Tipo

Resumo

Direito de acesso

Acesso abertoAcesso Aberto

Resumo

No sentido de cumprir as propostas de mudança curricular da Faculdade de Medicina em 1993 o Departamento de Pediatria aprovou a participação de estudantes de medicina em atividade extra-muros. O Projeto UNI transformado em Fundação UNI em 22/11/97 (Uma Nova Iniciativa na Educação dos Profissionais de Saúde: parceria com a Comunidade ) da Fundação Kellogg facilitou essas atividades equipando as Unidades Básicas de Saúde (UBS) Municipais e promovendo contatos e discussão com profissionais de saúde das mesmas e com a comunidade da área de abrangência das UBS. Em junho de 1994 iniciou-se o Curso de Pediatria na Comunidade para os alunos do 4º ano do Curso de Graduação médica. Este curso, ainda em franca atividade, propõe-se a: - Despertar a atenção do aluno para a importância de uma formação que relacione criticamente, os conhecimentos teóricos, às condições concretas em que deve ocorrer a promoção da saúde da criança. - Sensibilizar o aluno para condutas éticas na medicina (responsabilidade, bom relacionamento pessoal e profissional, dedicação e respeito ao paciente)independentemente do contexto de sua atuação. - Estimular o estudante a refletir sobre a influência dos fatores sociais, políticos, econômicos, culturais e ecológicos na manutenção da saúde e no desenvolvimento da doença. - As atividades, essencialmente práticas, desenvolvem-se em 4 semanas do curso e incluem: - Atendimento pediátrico à crianças matriculadas nas UBS sob a supervisão do Pediatra da rede de saúde municipal. - Visitas a creches (CCI) com avaliação do desenvolvimento neuro-psico-motor das crianças. - Participação no Programa de Abordagem Multiprofissional (pediatra, fonoaudióloga, psicóloga, assistente social) da criança em idade escolar. As avaliações realizadas ao final do estágio e anualmente, indicam que há uma contribuição do curso para a formação de médicos mais conscientes e perceptivos à influência de fatores sociais na saúde da criança. As comunidades das várias UBS envolvidas no curso têm aprovado a presença de estudantes de medicina nas atividades dos centros de saúde porque reconhecem que é uma forma dos futuros médicos aprenderem sobre as condições de saúde da população da região e sobre as doenças mais freqüentes de que a mesma padece.

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Português

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