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O papel da hiper-hidratação nos pacientes em diálise peritoneal

dc.contributor.authorNascimento, Victor Senise
dc.contributor.authorBanin, Vanessa Burgugi
dc.contributor.authorBazan, Rodrigo
dc.contributor.authorMartin, Luis Cuadrado
dc.contributor.authorReis, Fabrício Moreira
dc.contributor.authorBazan, Silméia Garcia Zanati
dc.contributor.editorFaculdade de Medicina
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual Paulista (Unesp)pt
dc.date.accessioned2025-11-13T17:55:14Z
dc.date.issued2025-11-13
dc.description.abstractA doença renal crônica (DRC) é responsável por significativa morbimortalidade global, elevando a mortalidade cardiovascular e por todas as causas.1 Segundo análise recente do Global Burden of Disease Study, a prevalência global de DRC em 2017 foi estimada em 9,1% (697,5 milhões de casos), representando um aumento de 29,3% desde 1990, provavelmente relacionado ao envelhecimento populacional. Ainda em 2017, a DRC foi responsável por 1,2 milhão de mortes, sendo a 12ª principal causa de óbito mundial.2 A DRC é estratificada em cinco estágios conforme a taxa de filtração glomerular estimada (TFGe), sendo os estágios 1 a 3 considerados leve a moderada e os estágios 4 e 5 classificados como grave e doença renal terminal, respectivamente. A diálise é geralmente iniciada no estágio 5, quando a TFGe está abaixo de 15 mL/min/1,73 m² ou antes, caso haja sintomas significativos de uremia ou complicações como sobrecarga de volume, acidose metabólica ou hipercalemia.3 Nos casos avançados é necessário tratamento dialítico. Os principais tipos de diálise são hemodiálise (HD) e diálise peritoneal (DP), sendo a HD utilizada por cerca de 74,6% dos pacientes com doença renal terminal, enquanto a DP é menos frequente. A hemodiálise pode ser feita em centros especializados. Já a diálise peritoneal é usualmente realizada em domicílio. De modo geral, não há diferença significativa na mortalidade entre os dois métodos dialíticos, embora pacientes jovens com diabetes possam apresentar maior mortalidade com DP após seguimento prolongado.4 Em contrapartida, alguns estudos sugerem o oposto, em que a diálisept
dc.format.extent34
dc.identifier.isbn9786550670924
dc.identifier.lattes8458519058017049
dc.identifier.lattes9612344635500101
dc.identifier.lattes2127780861720827
dc.identifier.lattes7862086981190726
dc.identifier.lattes4923203168446615
dc.identifier.orcid0009-0002-1740-0425
dc.identifier.orcid0000-0002-0607-8189
dc.identifier.orcid0000-0003-3516-3312
dc.identifier.orcid0000-0003-3872-308X
dc.identifier.orcid0000-0003-1435-7994
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/11449/315118
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Estadual Paulista (Unesp)pt
dc.publisherFaculdade de Medicina
dc.subjectInsuficiência renal crônicapt
dc.subjectDiálise peritonealpt
dc.subjectEstado de hidratação do organismopt
dc.subjectTaxa de filtração glomerularpt
dc.subjectMortalidadept
dc.titleO papel da hiper-hidratação nos pacientes em diálise peritoneal
dc.title.alternativeO papel da hiper-hidratação nos pacientes em diálise peritonealen
dc.typeLivropt

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