Rio Claro - IGCE - Instituto de Geociências e Ciências Exatas

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  • ItemTese de doutorado
    Escola itinerante Herdeiros da luta de Porecatu: nesta terra herdam-se... ...histórias e resistências e (re)existências e trabalhos e lutas e...
    (Universidade Estadual Paulista (Unesp), 2023-10-05) Lopes, Ronilce Maira Garcia; Miarka, Roger [UNESP]
    Essa composição tem como intenção compor narrativas e cantos de uma geografia que localiza o Acampamento Herdeiros da Luta de Porecatu e a Escola Itinerante Herdeiros da Luta de Porecatu, situada no município de Porecatu no estado do Paraná. O escopo principal é responder ao questionamento: como a educação matemática pode operar com práticas, que acontecem em uma escola itinerante, ao produzir cartografias dos territórios existenciais dos professores que ali lecionam matemática? Para compor as narrativas que buscam dar uma resposta à indagação, adotamos a cartografia como metodologia, o que levou a habitar o acampamento por cinco meses, experienciando os movimentos que aconteciam naquela geografia: a sua rotina, a sua luta, a sua organicidade, a sua escola, a sua sala de aula, seus barracos. Foram realizadas observações, conversas, entrevistas e fotos que se entrelaçam com a educação matemática, com a educação do campo, com os movimentos sociais, com as escolas itinerantes. Essa tese vai se desenhando entre dado e teoria, compondo uma narrativa que mostra como a educação matemática pode e deve operar junto aos movimentos sociais em busca de uma matemática que opere junto, que possa operar entre certezas e incertezas.
  • ItemTese de doutorado
    O Instituto Federal de Minas Gerais em Ouro Preto: memórias, histórias e matemáticas (1959 - 2008)
    (Universidade Estadual Paulista (Unesp), 2024-03-22) Mendonça, Thiago Neves; Garnica, Antonio Vicente Marafioti [UNESP]
    Este estudo adotou a História Oral como metodologia de pesquisa para investigar aspectos relacionados ao ensino de Matemática no Instituto Federal de Minas Gerais – câmpus de Ouro Preto (IFMG/OP), desde os tempos em que se denominava Escola Técnica Federal de Ouro Preto (Etfop) até o período em que se designava Centro Federal de Educação Tecnológica de Ouro Preto (Cefet/OP), com base na perspectiva de ex-alunos e professores de Matemática. As entrevistas foram realizadas pela plataforma Google Meet em virtude das restrições impostas pela Pandemia. A análise das narrativas levou à elaboração de cinco textos que condensam, de modo geral, as compreensões centrais da pesquisa, a saber: (a) “Uma mina para minerar”, que trata da história da instituição; (b) “Uai sô!” que aborda as tradições em algumas de suas faces: na cidade de Ouro Preto, na instituição e no ensino; (c) “Pra Inglês ver”, que explora os diferentes modos de conceber a Matemática e seu ensino na instituição; (d) “Tire o seu cavalinho da chuva”, que versa sobre as memórias escolares de nossos colaboradores; e (e) “Enquanto descansa, carrega pedra” a respeito da formação e atuação de professores que ensinam/ensinaram Matemática na escola. Outro desdobramento desta pesquisa é a produção de um artigo com o objetivo de analisar outras fontes – apostilas e caderno escolar – a fim de complementar as compreensões acerca do ensino de Matemática na Escola Técnica.