Bauru - FC - Faculdade de Ciências

URI Permanente para esta coleçãohttps://hdl.handle.net/11449/254529

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  • PublicaçãoTese de livre-docênciaAcesso Aberto Acesso Aberto
    Adaptações hemodinâmicas e cardiorrespiratórias ao treinamento físico em transplantados do coração com versus sem evidências de reinervação cardíaca
    (Universidade Estadual Paulista (Unesp), 2016) Ciolac, Emmanuel Gomes ; ; Universidade Estadual Paulista (Unesp)
    A denervação cardíaca pós transplante do coração (TX) resulta em prejuízo da resposta hemodinâmica em repouso e exercício, tendo sido associada à maior incidência de hipertensão arterial sistêmica e baixa capacidade cardiorrespiratória. Embora há evidência de reinervação cardíaca (RC) parcial ao longo do tempo, a mesma não ocorre em todos os indivíduos. O objetivo do presente estudo foi investigar as adaptações hemodinâmicas e cardiorrespiratórias ao treinamento físico em indivíduos transplantados do coração com versus sem evidências de RC (SEMRC). Trinta e três voluntários com TX (idade = 45,5 ± 2,2 anos; tempo de TX = 6,7 ± 0,7 anos), alocados em grupo RC (N = 16) e SEMRC (N = 17), de acordo com resposta da frequência cardíaca à teste de esforço cardiopulmonar (TCP), foram submetidos a um programa de treinamento com 3 sessões semanais de exercício (5 minutos de aquecimento, 30 minutos de exercício aeróbio, 1 série de 10 a 15 repetições em 5 exercícios resistidos e 5 minutos de alongamento), durante 12 semanas. Monitorização ambulatorial da pressão arterial (PA) durante 24 horas (24-h) e medida da velocidade de onda de pulso (VOP) carótido-femoral foi realizado antes e após as 12 semanas de seguimento. TCP também foi repetido após 12 semanas de seguimento. O grupo RC apresentou melhor resposta (P < 0,05) da frequência cardíaca, PA e tolerância ao exercício durante o TCP pré e pós-seguimento. Após o treinamento, o grupo RC reduziu (P < 0,01) a PA sistólica 24-h (7 ± 2 mmHg) e de vigília (9 ± 2 mmHg), bem como a PA diastólica 24-h (9 ± 2 mmHg), de vigília (10 ± 2 mmHg) e sono (6 ± 2 mmHg). O grupo SEMRC reduziu apenas (P < 0,05) a PA diastólica 24-h (5 ± 2 mmHg), de vigília (5 ± 2 mmHg) e sono (6 ± 2 mmHg), sendo esta redução de menor magnitude e ocorrendo em um número menor de horas do dia, quando comparado ao grupo RC. O grupo RC também melhorou (P < 0,001) a capacidade cardiorrespiratória (VO2PICO = 10,8 ± 1,8 %) e a tolerância ao exercício (13,4 ± 4,4 %). O grupo SEMRC melhorou a tolerância ao exercício (9,9 ± 3,5 %), mas não a capacidade cardiorrespiratória. Não houve alteração significativa na VOP de ambos os grupos durante o seguimento. Em suma, a PA ambulatorial melhorou em ambos os grupos após 12 semanas de treinamento físico, mas a melhora foi de maior magnitude no grupo RC que no SEMRC. A capacidade cardiorrespiratória também melhorou no grupo RC, mas não no SEMRC. Estes resultados sugerem que a RC pode afetar as adaptações hemodinâmicas e cardiorrespiratórias ao treinamento em indivíduos com TX.
  • PublicaçãoTese de livre-docênciaAcesso Aberto Acesso Aberto
    Apreciação crítica de obra acadêmica
    (Universidade Estadual Paulista (Unesp), 2016) Rothberg, Danilo ; Universidade Estadual Paulista (Unesp)
    Este volume se apresenta como uma abordagem de sistematização crítica de parte da produção acadêmica desenvolvida entre os anos de 1995 a 2015 e foi elaborado para o atendimento das normas do Edital 002/2016-DTA/FAAC de Concurso Público de Títulos e Provas do Departamento de Ciências Humanas da Faculdade de Aquitetura, Artes e Comunicação da UNESP - Campus de Bauru, na disciplina Sociologia da Comunicação, para obtenção do título de Livre-Docente em Sociologia da Comunicação. O presente volume atende, à Resolução Unesp 27, de 15-4-2009, que estabelece para concurso visando a obtenção do título de Livre-Docente na Unesp, uma vez que se apresenta como texto que sitematiza criticamente a obra do candidato, ou parte dela, (...) apresentando de forma ordenada e crítica, de modo a evidenciar a originalidade de sua contribuição nos campos da ciência, das artes ou das humanidades (Artigo 6º, Inciso II). Entre a totabilidade da produção de artigos publicados em periódicos acadêmicos, trabalhos, completos publicados em anais de eventos, livros e capítulos de livros, selecionei 12 publicações para compor a presente abordagem, distribuídas em dois eixos representatitvos da maior parte da produção acadêmica. O primeiro eixo, denominado Jornalismo e política, reúne três artigos de periódicos científicos e três capítulos de livros acadêmicos, publicados entre 2006 e 2015. O segundo eixo denominado Comjunicação pública e democracia digital, reúne quatro amigos de periódicos científicos e dos capítulos de livros acadêmicos, publicados entre 2008 e 2015
  • PublicaçãoTese de livre-docênciaAcesso Aberto Acesso Aberto
    O inventário portage operacionalizado e o desenvolvimento de bebês
    (Universidade Estadual Paulista (Unesp), 2009-09-04) Rodrigues, Olga Maria Piazentin Rolim ; Universidade Estadual Paulista (Unesp)
    O acompanhamento do desenvolvimento de bebês implica na consideração de fatores de risco para os mesmos e na utilização de instrumentos que possibilitem a identificação de defasagens, comportamentais, visando à elaboração de intervenções pontuais junto a pais e outros cuidadores. O presente estudo prendendeu descrever variáveis distais e proximais do desenvolvimento de uma amostra de bebês, a partir de suas características peculiares, bem como das dos seus familiares e avaliar o repertório comportamental dos bebês, correlacionando-o com variáveis de risco como prematuridade, baixo peso ao nascer e filhos de mães adolescentes, comparando-o com bebês sem condição de risco identificada. Pretendeu, também, identificar comportamentos típicos nas áres do desenvolvimento avaliadas pelo inventário portage operacionalizado, mês a mês, durante o primeiro ano de vida, utilizando os critérios de estabilização, normalização e aparecimento destes comportamentos entre os meninos e meninas. Participaram do estudo 217 bebês que foram avaliados no decorrer do primeiro ano de vida, sendo que 33% eram prematuros, 28% filhos de mães adolescentes, 11% com baixo peso nascidos a termo, 3% sindrômicos ou filhos de mães portadoras de HIV+ e 25% do Grupo Controle, sem condições de risco identificado no nascimento. Os dados foram coletados a partir da entrevista inicial e da avaliação mensal do inventário. Os dados foram coletados a partir da entrevista inicial e da aplicação mensal do inventário portage operacionalizado (IPO), em um Centro de Psicologia Aplicada de uma universidade pública. Os desempenhos dos bebês no IPO e as condições de risco identificadas foram submetidas ao tratamento por meio do Statistic Package Social for Science (SPSS, versão 12.0). para a identificação de comportamentos típicos utilizaram-se os critérios de Estabilização... (Resumo completo, clicar acesso eletrônico abaixo)