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A insegurança das barragens da Vale em Minas Gerais, Brasil: aplicação da teoria da atividade à análise de desastres

dc.contributor.authorBotelho, Marcos Ribeiro
dc.contributor.authorVilela, Rodolfo Andrade De Gouveia
dc.contributor.authorBeltran, Sandra Lorena
dc.contributor.authorAlmeida, Ildeberto Muniz De [UNESP]
dc.contributor.authorQuerol, Marco Antonio Pereira
dc.contributor.institutionUniversidade de São Paulo (USP)
dc.contributor.institutionPontifícia Universidade Católica de Minas Gerais
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
dc.contributor.institutionUniversidade Federal de Sergipe
dc.date.accessioned2025-04-29T18:35:27Z
dc.date.issued2023-08-07
dc.description.abstractO objetivo deste artigo é apontar hipóteses de contradições que estariam incubadas historicamente nos sistemas de atividades da Vale, e que podem ter levado ao maior desastre ambiental do Brasil: o rompimento da barragem B I em Brumadinho, bem como à interdição de muitas outras barragens da empresa no estado de Minas Gerais, Brasil. Trata-se de uma análise de caso a partir de dados secundários disponíveis em entrevistas, documentos e textos publicados em diferentes mídias entre 2011 e 2021. Procuramos demonstrar, a partir da Teoria Histórico-Cultural da Atividade, as contradições verificadas em e entre sistemas de atividades da Vale, pois a empresa distribuiu dividendos vultosos aos seus acionistas, remunerou como nunca seus diretores, reduziu os custos em relação às receitas e diminuiu brutalmente a dívida interna, mas manteve investimentos insuficientes na gestão das barragens, culminando no rompimento da B I em 2019 e em 29 barragens interditadas em março de 2021. A financeirização tornou-se central para as operações da empresa. Este estudo aponta para um caminho metodológico do diálogo interdisciplinar que ajuda a esclarecer como as decisões gerenciais estratégicas, especialmente aquelas da gestão financeira, poderiam influenciar a gestão de produção, de manutenção e de segurança das barragens de rejeitos.pt
dc.description.affiliationUniversidade de São Paulo, Faculdade de Saúde Pública
dc.description.affiliationPontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, Instituto de Educação Continuada
dc.description.affiliationUniversidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, Faculdade de Medicina de Botucatu
dc.description.affiliationUniversidade Federal de Sergipe, Departamento de Engenharia Agronômica
dc.description.affiliationUnespUniversidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, Faculdade de Medicina de Botucatu
dc.format.extent-
dc.identifierhttp://dx.doi.org/10.1590/S0104-12902023220510pt
dc.identifier.citationSaúde e Sociedade. Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo. Associação Paulista de Saúde Pública., v. 32, n. 2, p. -, 2023.
dc.identifier.doi10.1590/S0104-12902023220510pt
dc.identifier.fileS0104-12902023000200210.pdf
dc.identifier.issn0104-1290
dc.identifier.issn1984-0470
dc.identifier.scieloS0104-12902023000200210
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/11449/297854
dc.language.isopor
dc.publisherFaculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo. Associação Paulista de Saúde Pública.
dc.relation.ispartofSaúde e Sociedade
dc.rights.accessRightsAcesso abertopt
dc.sourceSciELO
dc.subjectRompimento de Barragempt
dc.subjectAcidente de Trabalhopt
dc.subjectMineraçãopt
dc.subjectFinanceirizaçãopt
dc.titleA insegurança das barragens da Vale em Minas Gerais, Brasil: aplicação da teoria da atividade à análise de desastrespt
dc.typeArtigopt
dspace.entity.typePublication
relation.isOrgUnitOfPublicationa3cdb24b-db92-40d9-b3af-2eacecf9f2ba
relation.isOrgUnitOfPublication.latestForDiscoverya3cdb24b-db92-40d9-b3af-2eacecf9f2ba
unesp.author.orcid0000-0001-9142-9985[1]
unesp.author.orcid0000-0002-8556-2189[2]
unesp.author.orcid0000-0003-4059-2365[3]
unesp.author.orcid0000-0002-8475-3805[4]
unesp.author.orcid0000-0003-3815-1835[5]
unesp.campusUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Medicina, Botucatupt

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