Publicação: Role-playing como estratégia facilitadora da análise funcional em contexto clínico
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Data
2012
Orientador
Coorientador
Pós-graduação
Curso de graduação
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Tipo
Artigo
Direito de acesso
Acesso restrito
Resumo
Resumo (inglês)
In behavioral therapy several techniques are used, among them the role-playing and functional analysis. Role-playing is feasible to model relevant behaviors while functional analysis is used for diagnostic evaluation and to produce self-knowledge. However, some clinical problems have characteristics that hinder the creation of self-knowledge, without which the client may not develop the modeling of alternative repertoires. This study aims to illustrate the combination of role-playing and functional analysis as a procedure to facilitate the development of self-awareness in clients with deficits in discrimination of functional relations and interpersonal difficulties. A session was selected from a total of 12 group meetings. The main result was the increase of self-revelations and discrimination of functional relationships by customers. It is concluded that the role-playing can be an environment to teach the client to describe functional relations and produce self-knowledge when facing interpersonal problems and difficulties on the discrimination of the actual contingencies in place.
Resumo (português)
Na terapia analítico-comportamental, utilizam-se diversas técnicas, entre elas o role-playing e a análise funcional. O role-playing é viável para modelar comportamentos relevantes, enquanto a análise funcional é utilizada para avaliação diagnóstica e para produzir autoconhecimento. Entretanto, algumas queixas apresentam características que dificultam a produção de autoconhecimento, sem o qual o cliente pode não aderir à modelagem de repertórios alternativos. O presente trabalho busca exemplificar a associação de role -playing e análise funcional enquanto procedimento para facilitar o desenvolvimento de autoconhecimento em clientes com déficits de discriminação de relações funcionais e dificuldades interpessoais. Uma sessão foi selecionada, de um total de 12 encontros em grupo. Como resultado principal, destaca-se o aumento de autorrevelação e discriminação de relações funcionais pelos clientes. Conclui-se que o role-playing possa ser ambiente para ensinar o cliente a descrever relações funcionais e produzir autoconhecimento diante de queixas interpessoais e dificuldade de discriminação das contingências em vigor.
Descrição
Idioma
Português
Como citar
Revista Brasileira de Terapia Comportamental e Cognitiva, v. 14, n. 3, p. 102-122, 2012.