Publicação: A orientação verghiana na formação da escritora Maria Messina (1887-1944)
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Data
2023-09-12
Autores
Orientador
Marques, Francisco Cláudio Alves 

Coorientador
Pós-graduação
Letras - FCLAS 33004048019P1
Curso de graduação
Título da Revista
ISSN da Revista
Título de Volume
Editor
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Tipo
Dissertação de mestrado
Direito de acesso
Acesso aberto

Resumo
Resumo (português)
A hipótese organizadora é a de que Maria Messina (1887-1944), em razão da sua precária escolaridade, tenha imitado estrategicamente o escritor Giovanni Verga (1840-1922) nos seus primeiros escritos como uma forma de aprendizado da arte de narrar. Interessa-nos, contudo, verificar em que medida a escrita messiniana reproduz aspectos da técnica narrativa verghiana e da poética verista, sobretudo no início de sua atividade literária. O fato de Messina ter retomado personagens, situações, tessituras e entrechos verghianos levou o crítico literário Giuseppe Antonio Borgese (1882-1952) a considerá-la “Una scolara di Verga”, em 1928, opinião compartilhada por outros estudiosos que continuariam insistindo no débito literário da escritora para com o modelo verista. No entanto, uma leitura dos dois autores, em perspectiva comparatista, apoiada nos princípios da ótica verghiana elencados por Mariarosaria Fabris no ensaio “Verga e o Verismo italiano” (2017), nos permitirá inferir que, apesar de representar em suas narrativas o mesmo universo humano reelaborado literariamente por Verga, a escrita de Messina tem personalidade literária própria, não se limitando apenas à imitação do modelo supostamente herdado.
Resumo (inglês)
The organized hypothesis is one of which Maria Messina (1887-1944), from her precarious schooling, had strategically imitated the writer Giovanni Verga (1840-1922) in our first writings as a way of learning the art of storytelling. We are interested, however, in verifying to what extent messinian writing reproduces aspects of verghian narrative technique and verhist poetics, especially at the beginning of his literary activity. Messina's destiny to assume Verghian characters, situations, plots and plots led the literary critic Giuseppe Antonio Borgese (1882-1952) to consider her "The schoolgirl of Verga", in 1928, an opinion shared by other scholars who continued to insist on the literary from the writer to the verista model. However, a reading of two authors, in a comparative perspective, supported by our principles of the Verghian optics listed by Mariarosaria Fabris in the essay “Verga e o Verismo Italiano” (2017), will allow us to infer that, hoping to represent in their narratives the same human universe literally reworked by Verga, a writer from Messina has a personal literacy, not limited only to the imitation of the supposedly inherited model.
Resumo (italiano)
L'ipotesi organizzata è quella che Maria Messina (1887-1944), dalla sua scolarità precaria, aveva strategicamente imitato nei nostri primi scritti lo scrittore Giovanni Verga (1840-1922) come mezzo per apprendere l'arte del racconto. A noi interessa, invece, verificare in che misura la scrittura messiniana riproduca aspetti della tecnica narrativa verghiana e della poetica verhista, soprattutto all'inizio della sua attività letteraria. Il destino di Messina ad assumere personaggi, situazioni, trame e trame verghiane portò il critico letterario Giuseppe Antonio Borgese (1882-1952) a considerarla "La scolaretta di Verga", nel 1928, opinione condivisa da altri studiosi che continuarono a insistere sull'importanza letteraria dallo scrittore al modello verista. Tuttavia, una lettura di due autori, in una prospettiva comparata, supportata dai nostri principi dell'ottica verghiana elencati da Mariarosaria Fabris nel saggio “Verga e o Verismo Italiano” (2017), ci permetterà di dedurre che, sperando di rappresentare nelle loro narrazioni lo stesso universo umano letteralmente rielaborato da Verga, scrittore messinese ha una personale alfabetizzazione, non limitata alla sola imitazione del modello supposto ereditato.
Descrição
Idioma
Português