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Veterinary parasitologists: the time has come to talk about the use of the expressions “Protozoan” and “Protista”

dc.contributor.authorReck, José
dc.contributor.authorBarbosa, Alynne Da Silva
dc.contributor.authorSantos, Huarrison Azevedo
dc.contributor.authorDantas-torres, Filipe
dc.contributor.authorAndré, Marcos Rogério [UNESP]
dc.contributor.authorAlbuquerque, George Rego
dc.contributor.institutionColégio Brasileiro de Parasitologia Veterinária
dc.contributor.institutionInstituto de Pesquisas Veterinárias Desidério Finamor
dc.contributor.institutionUniversidade Federal Fluminense
dc.contributor.institutionUniversidade Federal Rural do Rio de Janeiro
dc.contributor.institutionInstituto Aggeu Magalhães
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual de Santa Cruz
dc.date.accessioned2025-04-29T20:08:28Z
dc.date.issued2025-04-14
dc.description.abstractThe classification of eukaryotic organisms has evolved significantly over the past years. For a long time, the five-kingdom model proposed in 1969, which included the kingdoms Monera, Protista, Fungi, Plantae, and Animalia, dominated biological classification. However, recent advances in molecular biology, particularly phylogenomic studies, have challenged this classification as it does not accurately represent the evolutionary patterns of a vast diversity of organisms, especially those formerly known as protozoa. Currently, Protista is no longer considered a valid taxon, as the organisms previously classified in this group are highly divergent and not monophyletic. Modern approaches now classify eukaryotes into several supergroups, with protozoa now dispersed among different groups. For example, parasites once grouped as protozoa, such as Babesia (Apicomplexa), Trypanosoma (Euglenozoa), and Entamoeba (Evosea), are now placed into distant branches of the tree of life and within different supergroups. Although this supergroup classification may change in the coming years, it provides a more accurate representation of evolutionary relationships among eukaryotes. However, this issue has not been adequately discussed by the veterinary parasitology community. This article advocates revisiting these terms in light of modern classification systems to ensure a more accurate and biologically realistic terminology that reflects current knowledge.en
dc.description.abstractA classificação dos organismos eucarióticos evoluiu significativamente nos últimos anos. Por muito tempo, o modelo de cinco reinos proposto em 1969, que incluía os reinos Monera, Protista, Fungi, Plantae e Animalia, dominou a classificação biológica. No entanto, avanços na biologia molecular, desafiaram essa classificação, pois ela não representa o padrão evolutivo dos organismos, especialmente aqueles anteriormente conhecidos como protozoários. Atualmente, o termo Protista não é considerado um táxon válido, pois os organismos anteriormente classificados neste grupo são altamente distintos e não são monofiléticos. Abordagens modernas classificam os eucariotos em vários supergrupos, nos quais os protozoários são colocados em diferentes grupos. Por exemplo, parasitos anteriormente classificados como protozoários, como Babesia (Apicomplexa), Trypanosoma (Euglenozoa), Entamoeba (Evosea), são agora alocados em ramos distantes da árvore da vida e em diferentes supergrupos. Essa classificação de supergrupos oferece uma representação mais precisa das relações evolutivas entre os eucariotos e evidencia que a evolução (especialmente os organismos unicelulares) segue um padrão complexo de diversificação. Contudo, este tópico ainda não foi adequadamente discutido pela comunidade de parasitologistas veterinários. Este artigo propõe a revisão desses termos tendo em vista sistemas de classificação modernos, para garantir que parasitologistas veterinários e estudantes adotem uma terminologia mais precisa e biologicamente realista.pt
dc.description.affiliationColégio Brasileiro de Parasitologia Veterinária
dc.description.affiliationInstituto de Pesquisas Veterinárias Desidério Finamor, Secretaria de Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul
dc.description.affiliationUniversidade Federal Fluminense
dc.description.affiliationUniversidade Federal Rural do Rio de Janeiro
dc.description.affiliationInstituto Aggeu Magalhães, Fundação Oswaldo Cruz
dc.description.affiliationUniversidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho
dc.description.affiliationUniversidade Estadual de Santa Cruz
dc.description.affiliationUnespUniversidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho
dc.format.extent-
dc.identifierhttp://dx.doi.org/10.1590/S1984-29612025021
dc.identifier.citationRevista Brasileira de Parasitologia Veterinária. Colégio Brasileiro de Parasitologia Veterinária, v. 34, n. 2, p. -, 2025.
dc.identifier.doi10.1590/S1984-29612025021
dc.identifier.fileS1984-29612025000200804.pdf
dc.identifier.issn0103-846X
dc.identifier.issn1984-2961
dc.identifier.scieloS1984-29612025000200804
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/11449/307123
dc.language.isoeng
dc.publisherColégio Brasileiro de Parasitologia Veterinária
dc.relation.ispartofRevista Brasileira de Parasitologia Veterinária
dc.rights.accessRightsAcesso abertopt
dc.sourceSciELO
dc.subjectEukaryoteen
dc.subjecttree of lifeen
dc.subjectphylogenyen
dc.subjectparasiteen
dc.subjectsystematicen
dc.subjectEucariotospt
dc.subjectárvore da vidapt
dc.subjectfilogeniapt
dc.subjectparasitopt
dc.subjectsistemáticapt
dc.titleVeterinary parasitologists: the time has come to talk about the use of the expressions “Protozoan” and “Protista”en
dc.title.alternativeParasitologistas veterinários: chegou a hora de falar sobre o uso das expressões “Protozoário” e “Protista”pt
dc.typeArtigopt
dspace.entity.typePublication
unesp.author.orcid0000-0002-0969-792X[1]
unesp.author.orcid0000-0002-5007-1339[2]
unesp.author.orcid0000-0002-8218-3626[3]
unesp.author.orcid0000-0002-1496-6274[4]
unesp.author.orcid0000-0002-1713-5222[5]
unesp.author.orcid0000-0002-0556-8856[6]

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