Publicação:
Erliquiose monocítica canina: revisão de literatura e relato de caso

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Data

2024-01-08

Orientador

Vasconcelos, Rosemeri de Oliveira

Coorientador

Pós-graduação

Curso de graduação

Jaboticabal - FCAV - Medicina Veterinária

Título da Revista

ISSN da Revista

Título de Volume

Editor

Universidade Estadual Paulista (Unesp)

Tipo

Trabalho de conclusão de curso

Direito de acesso

Acesso abertoAcesso Aberto

Resumo

Resumo (português)

Erliquiose monocítica canina, também conhecida como doença do carrapato, é causada pela bactéria intracelular obrigatória Ehrlichia canis. Sua transmissão ocorre através do carrapato marrom do cão (Rhipicephalus sanguineus) e possui distribuição global, sendo prevalente em regiões tropicais e subtropicais. Atualmente, é identificada em todas as regiões do Brasil. A infecção do carrapato ocorre devido a hábitos hematófagos, ao se alimentarem do sangue de animais infectados, transmitindo-a quando se fixa em novos hospedeiros. A patogenia da doença se divide em fase aguda, subaguda e crônica. Os sinais clínicos na fase agude são inespecíficos, a fase subaguda por sua vez, há a remissão da sintomatologia clínica, mas com alterações hematológicas e a fase crônica, uma exacerbação dos sintomas do quadro agudo. O diagnóstico é realizado por meio da observação dos sinais clínicos, histórico do animal e exames laboratoriais confirmatórios, como testes sorológicos e PCR. O tratamento envolve o uso de tetraciclinas, principalmente a doxiciclina, por 3 a 4 semanas, podendo se estender em casos crônicos. A Ehrlichia canis parasita de caninos domésticos, que podem atuar como reservatórios da doença, uma vez que o agente pode se manter no organismo por longos períodos . A convivência próxima entre cães e humanos favorece interações que podem levar ao surgimento de cepas zoonóticas, sendo importante para a saúde pública. O trabalho teve como objetivo revisar a bibliografia sobre a Erliquiose monocítica canina, correlacionando dados da literatura com casos clínicos vivenciados durante o estágio curricular.

Resumo (inglês)

Canine monocytic ehrlichiosis, also known as tick-borne disease, is caused by the obligate intracellular bacterium Ehrlichia canis. Its transmission occurs through the brown dog tick (Rhipicephalus sanguineus) and has a global distribution, being prevalent in tropical and subtropical regions. Currently, it is identified in all regions of Brazil. Tick infection occurs due to hematophagous habits, as they feed on the blood of infected animals, transmitting it when attaching to new hosts. The disease's pathogenesis is divided into acute, subacute, and chronic phases. Clinical signs in the acute phase are nonspecific, while the subacute phase sees a remission of clinical symptoms but with hematological changes, and the chronic phase involves an exacerbation of acute symptoms. Diagnosis is performed through the observation of clinical signs, the animal's history, and confirmatory laboratory tests, such as serological tests and PCR. Treatment involves the use of tetracyclines, mainly doxycycline, for 3 to 4 weeks, potentially extending in chronic cases. Ehrlichia canis parasitizes domestic canines, which can act as reservoirs of the disease, as the agent can persist in the organism for long periods. Close coexistence between dogs and humans facilitates interactions that can lead to the emergence of zoonotic strains, emphasizing its importance for public health. The study aimed to review the literature on canine monocytic ehrlichiosis, correlating data from the literature with clinical cases experienced during the internship.

Descrição

Idioma

Português

Como citar

BIANCHINI, M. O. Erliquiose monocítica canina: revisão de literatura e relato de caso. 2024. 58 f. Trabalho de conclusão de curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias, Universidade Estadual Paulista, Jaboticabal, 2024.

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