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Estudo comparativo in vitro da resistência ao desgaste entre o cimento de ionômero de vidro pó/líquido e o encapsulado

dc.contributor.authorSousa, Lorena Sena Alves De
dc.contributor.authorAmorim, Débora Michelle Gonçalves De
dc.contributor.authorMessias, Aion Mangino
dc.contributor.authorCaldas, Sergei Godeiro Fernandes Rabelo
dc.contributor.authorGalvÃo, Marília Regalado
dc.contributor.institutionUniversidade Federal do Rio Grande do Norte
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual Paulista (Unesp)
dc.date.accessioned2018-11-12T17:27:10Z
dc.date.available2018-11-12T17:27:10Z
dc.date.issued2017-02-01
dc.description.abstractAbstractIntroduction The glass ionomer cements presents limitations because of their low mechanical strength, which is directly related to the powder / liquid proportion and handling. Aiming to standardize the proportioning and handling, first came the encapsulated glass ionomer cements, which have pre-determined ratio and mechanical manipulation.Objective To compare the in vitro wear resistance of the encapsulated glass ionomer cements (Riva Self Cure and Riva Light Cure) and powder/liquid (Riva Self Cure and Riva Light Cure).Material and method: The samples were divided into four groups which were made 48 specimens (n=12), 12 for each group with 7 mm diameter by 4 mm thick, and the wear was evaluated according to the mass lost in the process of brushing (10,000 cycles). The obtained values on the difference of the initial and final mass were analyzed using ANOVA and Tamhane's test (p<0.05).Result Resulting found that all groups had loss of statistically significant mass, and in ascending order of wear have the light-cured glass, which there was no statistically significant differences between the powder /liquid ionomer (ΔM=11,62mg p=0.001) and encapsulated (ΔM=12,96mg p=0.003) (p<0,05), followed by conventional self-curing (ΔM=20,68mg p=0.014) and encapsulated self-curing (ΔM=47,95mg p=0.002).Conclusion Conclude that despite the glass ionomer cement encapsulated standardize the proportion and handling, you can get a similar resistance to wear and even better in powder /liquid.en
dc.description.abstractResumoIntrodução Os cimentos de ionômero de vidro possuem limitações devido à sua baixa resistência mecânica, a qual está diretamente relacionada com a proporção pó/líquido e a sua manipulação. Com o intuito de padronizar o proporcionamento e a manipulação, surgiram os cimentos de ionômero de vidro encapsulados, os quais possuem proporção pré-estabelecida e manipulação mecânica.Objetivo Comparar, in vitro, a resistência ao desgaste entre os cimentos de ionômero de vidro pó/líquido (Riva self cure e Riva light cure) e os encapsulados (Riva self cure e Riva light cure).Material e método As amostras foram divididas em quatro grupos, tendo sido confeccionados 48 corpos de prova (n=12), sendo 12 para cada grupo, com as seguintes dimensões: 7 mm de diâmetro e 4 mm de espessura. O desgaste foi avaliado de acordo com a massa perdida no processo de escovação (10.000 ciclos). Os valores obtidos na diferença entre a massa inicial e a massa final foram submetidos à análise de variância ANOVA e Teste de Tamhane (p<0,05).Resultado Segundo os resultados obtidos, todas as amostras sofreram perda de massa estatisticamente significativa e, em ordem crescente de desgaste, temos os cimentos de ionômero de vidro modificado por resina ‒ para os quais não houve diferença significativa entre o sistema pó/líquido (ΔM=11,62 mg e p=0,001) e o encapsulado (ΔM=12,96 mg e p=0,003) (p>0,05) ‒ seguidos pelo convencional pó/líquido (ΔM=20,68 mg e p=0,014) e o convencional encapsulado (ΔM=47,95 mg e p=0,002).Conclusão Pode-se conseguir uma resistência ao desgaste semelhante e até melhor no sistema pó/líquido.pt
dc.description.affiliationUniversidade Federal do Rio Grande do Norte
dc.description.affiliationUniversidade Estadual Paulista Faculdade de Odontologia de Araraquara
dc.description.affiliationUnespUniversidade Estadual Paulista Faculdade de Odontologia de Araraquara
dc.format.extent51-55
dc.identifierhttp://dx.doi.org/10.1590/1807-2577.03616
dc.identifier.citationRevista de Odontologia da UNESP. Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, v. 46, n. 1, p. 51-55, 2017.
dc.identifier.doi10.1590/1807-2577.03616
dc.identifier.fileS1807-25772017000100051.pdf
dc.identifier.issn1807-2577
dc.identifier.scieloS1807-25772017000100051
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11449/157843
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho
dc.relation.ispartofRevista de Odontologia da UNESP
dc.rights.accessRightsAcesso abertopt
dc.sourceSciELO
dc.subjectGlass ionomer cementsen
dc.subjectstrengthen
dc.subjectwearen
dc.subjectCimentos de ionômero de vidropt
dc.subjectresistênciapt
dc.subjectdesgastept
dc.titleEstudo comparativo in vitro da resistência ao desgaste entre o cimento de ionômero de vidro pó/líquido e o encapsuladopt
dc.title.alternativeComparative study in vitro wear resistance between powder/liquid glass ionomer cement and encapsulateden
dc.typeArtigopt
dspace.entity.typePublication
relation.isOrgUnitOfPublicationca4c0298-cd82-48ee-a9c8-c97704bac2b0
relation.isOrgUnitOfPublication.latestForDiscoveryca4c0298-cd82-48ee-a9c8-c97704bac2b0
unesp.campusUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Odontologia, Araraquarapt

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