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Determinação de formaldeído em amostras de alimentos e cosméticos usando a microextração por difusão gasosa e detecção usando smartphone

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Orientador

Gomes, Paulo Clairmont Feitosa de Lima

Coorientador

Pós-graduação

Curso de graduação

Araraquara - IQAR - Engenharia Química

Título da Revista

ISSN da Revista

Título de Volume

Editor

Universidade Estadual Paulista (Unesp)

Tipo

Trabalho de conclusão de curso

Direito de acesso

Acesso abertoAcesso Aberto

Resumo

Resumo (português)

O formaldeído ou formol, presente em diversos produtos do cotidiano, como shampoos, sabonetes líquidos, cremes e cosméticos, é considerado pelas agências reguladoras como agente alergênico e carcinogênico para humanos. Em alimentos, o uso de formaldeído como adulterante ou conservante é proibido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) desde 1997. Entretanto, adulterações podem ocorrer pela geração de formol com a degradação de componentes do alimento ou cosmético ou mesmo por sua adição indevida. Tendo isso em vista, esse trabalho tem como objetivo a detecção rápida, portátil e mais acessível do formaldeído em amostras alimentícias, como leite, e cosméticos, usando a microextração por difusão gasosa preparada por impressão 3D. Nesse dispositivo é inserido uma membrana microporosa, que contém o reagente derivatizante (acetilacetona), que reage com o formaldeído, formando um complexo com coloração amarela. A detecção foi realizada por meio de imagens digitais, usando fotos obtidas por um smartphone, feitas diretamente do dispositivo. Para o creme alisante foram encontrados percentual de formaldeído na amostra de 0,149% por espectrofotometria, 0,144% por imagens digitais e 0,16% por GC-MS. Esse método apresentou reprodutibilidade, sensibilidade e alta portabilidade, proporcionando resultados comparáveis aos obtidos tradicionalmente com os equipamentos robustos e de maior custo.

Resumo (inglês)

Formaldehyde is present in several products, such as shampoos and cosmetics. This is considered by regulatory agencies to be an allergenic and carcinogenic agent for humans. In foods, the use of formaldehyde as adulterants or preservatives has been prohibited by Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) since 1997. However, adulterations can be made by adding formaldehyde, or formaldehyde can be generated by the degradation of food components. Therefore, this research project aims at the rapid detection of formaldehyde in food samples such as milk, and cosmetics. For such analysis, microextraction by gaseous diffusion will be used using a 3D printed device. In this device, there is a microporous membrane, which contains the derivatizing reagent (acetylacetone), which will react with formaldehyde, forming a yellow reaction product. The detection will be carried out through digital images using photos obtained by a smartphone. For the hair straightening cream, formaldehyde percentages in the sample were found to be 0.149% by spectrophotometry, 0.144% by digital imaging, and 0.16% by GC-MS. This method showed reproducibility, sensitivity, and high portability, providing results comparable to those traditionally obtained with robust and more expensive equipment.

Descrição

Palavras-chave

Manufatura aditiva, Smartphones, Formaldeído, Espectrofotômetro, Imagens Digitais

Idioma

Português

Citação

PINHO, Juliana Casanova. Determinação de formaldeído em amostras de alimentos e cosméticos usando a microextração por difusão gasosa e detecção usando smartphone. 2025. 45 f. Trabalho de conclusão de curso (Bacharelado em Engenharia Química) - Instituto de Química, Universidade Estadual Paulista, Araraquara, 2025.

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