Publicação:
Bioestimulantes e condicionadores do solo: estudo de crescimento de plantas

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Data

2024-09-30

Supervisor

Bisinoti, Marcia Cristina

Coorientador

Pós-graduação

Curso de graduação

Título da Revista

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Título de Volume

Editor

Universidade Estadual Paulista (Unesp)

Tipo

Relatório de pós-doc

Direito de acesso

Acesso restrito

Resumo

A alternativa estudada neste trabalho é o reaproveitamento da biomassa da indústria sucroalcooleira para a produção de carvão hidrotérmico (CH), através da carbonização hidrotérmica (CHT). O CH é rico em carbono e também possui capacidade de reter água. Desta forma, o trabalho tem como objetivo avaliar o efeito do carvão hidrotérmico e de um bioestimulante comercial, a arbolina, no cultivo de milho (Zea Mays), além da fertilidade do solo, por meio da enzima β-glicosidade. O CH foi produzido com vinhaça e bagaço de cana de açúcar com aditivo de ácido fosfórico 4% (13 horas/230 ºC). O cultivo do milho foi realizado em solo agrícola intemperizado do tipo argissolo durante 45 dias. Foram aplicadas três taxas de CH, 5, 15 e 30 t/ha, além do controle sem adição de CH. O cultivo das plantas foi feito em câmara climática, com umidade de 55%, a temperatura de 26 ºC, programada para um fotoperíodo de 16h dia, 8h noite. Para analisar o comportamento do CH foram conduzidas medidas de pH, acidez potencial, matéria orgânica e β-glicosidase. A avaliação do crescimento das plantas do milho foi realizada por meio de medidas de comprimento e massa seca das raízes e parte aérea, além da determinação do índice de clorofila (ICF). No solo, conclui-se que houve uma diminuição do pH no tratamento com 30 t/ha de CH e um aumento no tratamento com arbolina. Corroborando com esse resultado também foi observado um aumento significativo da acidez potencial nas condições de 15 e 30 t/ha de CH. A matéria orgânica aumentou em 34,72% para a condição de 30 t/ha de CH. Porém, houve uma diminuição da β-glicosidase para todos os tratamentos com aplicação do CH. Nos parâmetros de crescimento das plantas de milho não houveram diferenças significativas em relação as plantas cultivadas no tratamento controle (p>0,05). Houve um aumento significativo no índice de clorofila para os tratamentos 15 e 30 t/ha de CH (p=0,016 e p=0,011). Dessa forma, pode-se concluir que a aplicação de CH nas taxas estudadas não provocou uma melhora nos parâmetros de crescimento do milho, exceto na clorofila, esses resultados podem ser atribuídos ao curto período de avaliação do crescimento do milho, indicando que estudos que avaliem todo o ciclo fenológico da planta são necessários.

Descrição

Idioma

Português

Como citar

CONSTANTINO, Isabela Carreira. Bioestimulantes e condicionadores do solo: estudo de crescimento de plantas. (Relatório de Pós doutorado). 2024. Universidade Estadual Paulista (Unesp), Instituto de Biociências Letras e Ciências Exatas (Ibilce), São José do Rio Preto, 2024.

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