Paisagem, natureza e significado: uma análise dos conteúdos do 6. ano a partir das contribuições de Vigotski
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Data
Autores
Orientador
Maia, Diego Corrêa 

Coorientador
Pós-graduação
Curso de graduação
Geografia - IGCE
Título da Revista
ISSN da Revista
Título de Volume
Editor
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Tipo
Trabalho de conclusão de curso
Direito de acesso
Acesso aberto

Resumo
Resumo (inglês)
Within the historical path of formation and consolidation of geographic science in Brazil, it is possible to point a split that occurs in the periods of the 1960s and 1970s between subfields of Geography, in relation to Physical Geography and Human Geography. From that moment, the forms of analysis and interpretation of this knowledge and the new studies begin to take place in a way that is alien to each other, generating a high degree of specialization among the sub-themes and strong compartmentalization of knowledge. Regarding to the Physical Geography, it can be seen that the São Paulo State's Curricular Proposal, materialized in the material proposed for public education network (Student Notebook and Teacher's Notebook), is marked by the compartmentalization of the contents and that sometimes result in a disconnection between some concepts and dynamics that permeate the geographic space. In addition, it offers some definitions that reinforce some simplisms offered by the media, emptying these concepts of their real meaning. The following study aims to analyze how these contents are approached at the beginning of cycle II of Elementary School, 6th year, to point out some concepts related to the Landscape that may be more useful in the teaching-learning relationship, to propose, starting from a perspective of Vigostski's theory, a reallocation of the contents within the bimestres, pointing at greater cohesion between these contents and the dynamics of the concepts to be approached within the school formation, permitting a new look on the subject
Resumo (português)
Dentro do trajeto histórico de formação e consolidação da ciência geográfica no Brasil, é possível apontar para uma cisão que ocorre nos períodos das décadas de 1960-1970 entre subcampos da Geografia, no que tange a Geografia Física e a Geografia Humana. A partir desse momento, as formas de análise e interpretação desses conhecimentos e dos novos estudos começam a se dar de forma alheia ao outro, gerando um alto grau de especialização dentre os subtemas e forte compartimentação dos conhecimentos. Referente à Geografia Física, vê-se que a Proposta Curricular do Estado de São Paulo, materializada no material proposto para rede pública de ensino (Caderno do Aluno e Caderno do Professor), é marcada pela compartimentação dos conteúdos e que, por vezes, resultam numa desconexão de alguns conceitos e das dinâmicas que permeiam o espaço geográfico. Além disso, oferecem algumas definições prontas e que reforçam alguns simplismos oferecidos pela mídia, esvaziando esses conceitos de seu real significado. O seguinte estudo intui analisar a forma como esses conteúdos são abordados no início do ciclo II do Ensino Fundamental, 6º ano, apontar algumas conceituações relativas à temática da Paisagem que podem ser mais proveitosas na relação de ensino-aprendizagem, e propor, partindo-se de uma perspectiva da teoria de Vigostski, uma realocação dos conteúdos dentro dos bimestres, visando maior coesão entre os mesmos e as dinâmicas dos conceitos a serem abordados dentro da formação escolar, viabilizando um novo olhar sobre os temas
Descrição
Palavras-chave
Vigotsky, L. S. (Lev Semenovich), 1896-1934, Geografia - Estudo e ensino, Geografia física, Paisagens, Natureza, Geografia (Ensino fundamental), Educação e Estado, Brasil, São Paulo (Estado)
Idioma
Português
Citação
HIDALGO, Felipe Massarelli. Paisagem, natureza e significado: uma análise dos conteúdos do 6. ano a partir das contribuições de Vigotski. 2017. 31 f. Trabalho de conclusão de curso (bacharelado - Geografia) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Instituto de Geociências e Ciências Exatas, 2017.


