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Não binariedade nos menstruapps - paradoxos entre visibilidade e vigilância queer

dc.contributor.authorPelúcio, Larissa [UNESP]
dc.contributor.authorMotta, Eduarda Albrechete [UNESP]
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
dc.date.accessioned2025-04-29T20:11:30Z
dc.date.issued2025-03-14
dc.description.abstractEste artículo examina cómo las aplicaciones de menstruación se sitúan en la intersección de los debates contemporáneos de género y la búsqueda capitalista de nuevos productos y mercados. Nos centramos en las estrategias de dos de los calendarios menstruales digitales más populares (Clue y Flo) en relación con la no-binariedad de género. Estas estrategias se analizan críticamente desde la propuesta de algoritmización y vigilancia queer. En tiempos de capitalismo de vigilancia, enfrentamos nuevos gender troubles (Judith BUTLER, 2003), donde los cuerpos físicos y de datos son cada vez más inseparables, explorando estas tensiones a través de investigación inmersiva en medios digitales.es
dc.description.abstractDiscutimos, neste texto, como os menstruapps se colocam na peculiar interseção entre os debates contemporâneos de gênero e a busca capitalista por novos produtos e mercados. Focamos a investida de dois dos mais populares calendários menstruais digitais (Clue e Flo) em torno da não binariedade de gênero. Problematizamos essas investidas inspiradas pela proposta provocativa de algoritmização e vigilância queer. Parece-nos que, em tempos de capitalismo de vigilância, estamos lidando com outros “problemas de gênero” (Judith BUTLER, 2003) em contextos nos quais corpos físicos e corpos de dados são cada vez mais indissociáveis. É sobre estas tensões que nos debruçamos, a partir de pesquisa imersiva em meios digitais.pt
dc.description.affiliationUniversidade Estadual Paulista
dc.description.affiliationUnespUniversidade Estadual Paulista
dc.format.extent-
dc.identifierhttp://dx.doi.org/10.1590/1806-9584-2025v33n1104256
dc.identifier.citationRevista Estudos Feministas. Centro de Filosofia e Ciências Humanas e Centro de Comunicação e Expressão da Universidade Federal de Santa Catarina, v. 33, n. 1, p. -, 2025.
dc.identifier.doi10.1590/1806-9584-2025v33n1104256
dc.identifier.fileS0104-026X2025000100406.pdf
dc.identifier.issn0104-026X
dc.identifier.issn1806-9584
dc.identifier.scieloS0104-026X2025000100406
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/11449/308200
dc.language.isopor
dc.publisherCentro de Filosofia e Ciências Humanas e Centro de Comunicação e Expressão da Universidade Federal de Santa Catarina
dc.relation.ispartofRevista Estudos Feministas
dc.rights.accessRightsAcesso abertopt
dc.sourceSciELO
dc.subjectnão binariedadept
dc.subjectFlo calendário menstrualpt
dc.subjectClue Menstrual e de Ovulaçãopt
dc.subjectalgoritmos queerpt
dc.subjectcapitalismo de vigilânciapt
dc.titleNão binariedade nos menstruapps - paradoxos entre visibilidade e vigilância queerpt
dc.title.alternativeNo-binariedad en las apps de menstruación - Paradojas entre la visibilidad y la vigilancia queeres
dc.typeArtigopt
dspace.entity.typePublication
unesp.author.orcid0000-0001-6212-3629[1]
unesp.author.orcid0000-0002-6365-2968[2]

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