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Técnicas de randomização e alocação para estudos clínicos

dc.contributor.authorMiola, Anna Carolina [UNESP]
dc.contributor.authorEspósito, Ana Cláudia Cavalcante
dc.contributor.authorMiot, Hélio Amante [UNESP]
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
dc.contributor.institutionUniversidade do Oeste Paulista
dc.date.accessioned2025-04-29T18:58:00Z
dc.date.issued2025-01-13
dc.description.abstractEstudos de intervenção requerem que todos os participantes sejam provenientes da mesma população, com alocação aleatória aos grupos de intervenção (GI) para garantir comparabilidade. A randomização é fundamental para minimizar fatores de confusão, permitindo que diferenças nos resultados sejam atribuídas à intervenção. A randomização simples é eficaz para amostras grandes (>100 por grupo), mas amostras menores podem exigir randomização em blocos ou estratificada para equilibrar os tamanhos dos grupos e as covariáveis. Quando a randomização não é viável, métodos quasi-randomizados (como baseados em datas ou ordem de inclusão) podem ser utilizados, mas devem ser acompanhados de ajustes multivariados. Além disso, o cegamento e a ocultação da alocação aumentam a validade interna e a reprodutibilidade. A ocultação da alocação (ex.: envelopes lacrados) evita vieses durante a designação dos participantes, enquanto o cegamento reduz vieses de detecção e desempenho. Descrições metodológicas detalhadas em registros de ensaios clínicos e publicações aumentam a confiabilidade e a reprodutibilidade dos estudos, destacando a importância de um planejamento rigoroso e de relatórios transparentes em pesquisas de intervenção. Este artigo revisa os principais conceitos de randomização, cegamento e ocultação de alocação em estudos de intervenção.pt
dc.description.affiliationUniversidade Estadual Paulista, Faculdade de Medicina de Botucatu
dc.description.affiliationUniversidade do Oeste Paulista
dc.description.affiliationUnespUniversidade Estadual Paulista, Faculdade de Medicina de Botucatu
dc.format.extent-
dc.identifierhttp://dx.doi.org/10.1590/1677-5449.202400461
dc.identifier.citationJornal Vascular Brasileiro. Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV), v. 23, p. -, 2025.
dc.identifier.doi10.1590/1677-5449.202400461
dc.identifier.fileS1677-54492024000100404.pdf
dc.identifier.issn1677-5449
dc.identifier.issn1677-7301
dc.identifier.scieloS1677-54492024000100404
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/11449/301352
dc.language.isopor
dc.publisherSociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV)
dc.relation.ispartofJornal Vascular Brasileiro
dc.rights.accessRightsAcesso abertopt
dc.sourceSciELO
dc.subjectRandomizaçãopt
dc.subjectOcultação de Alocaçãopt
dc.subjectEstudos de Intervençãopt
dc.subjectRedução de Viéspt
dc.subjectValidade Metodológicapt
dc.titleTécnicas de randomização e alocação para estudos clínicospt
dc.typeArtigopt
dspace.entity.typePublication
relation.isOrgUnitOfPublicationa3cdb24b-db92-40d9-b3af-2eacecf9f2ba
relation.isOrgUnitOfPublication.latestForDiscoverya3cdb24b-db92-40d9-b3af-2eacecf9f2ba
unesp.author.orcid0000-0001-8926-734X[1]
unesp.author.orcid0000-0001-9283-2354[2]
unesp.author.orcid0000-0002-2596-9294[3]
unesp.campusUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Medicina, Botucatupt

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