Publicação: Estudo da prevalência das relações entre canais infraorbitários e seios maxilares por meio de tomografia computadorizada de feixe cônico
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Data
2023-04-18
Autores
Orientador
Lopes, Sérgio Lucio Pereira de Castro
Fardim, Karolina Aparecida Castilho
Coorientador
Pós-graduação
Curso de graduação
Odontologia - ICT
Título da Revista
ISSN da Revista
Título de Volume
Editor
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Tipo
Trabalho de conclusão de curso
Direito de acesso
Acesso restrito
Resumo
Resumo (português)
Estudar a prevalência dos tipos de relações entre os canais infraorbitários (CIO) e os seios maxilares (SM), em exames de tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC). Adicionalmente, determinar as distâncias de deslocamento entre o início dos CIO e suas respectivas aberturas nos forames infraorbitários (FIO), relacionando com os tipos de relações estudados. Material e Métodos: A amostra foi composta por 369 exames de TCFC (738 CIO). As imagens foram analisadas por um avaliador devidamente calibrado no software OnDemand 3D (Cybermed, Seul, Coreia do Sul). Na janela MPR o avaliador acompanhou todo o trajeto dos CIO classificando-os em 04 tipos (Rusu et al.,2015): Tipo I (sem protrusões para o SM); Tipo II (presença de protrusão para o SM); Tipo III (trajeto no interior do SM) e Tipo IV (deslocado para o processo zigomático da maxila). As distâncias de deslocamento entre as origens dos CIO e suas aberturas nos FOI foram obtidas em milímetros (mm) pela ferramenta “distância” do software. Resultados: O tipo I foi o mais prevalente (72,6%), seguido do tipo II (12,8%), tipo III (9,4%) e pelo tipo IV (5,2%). Em relação às distâncias de deslocamentos, a comparação entre os grupos e sexos foi realizada por meio da ANOVA, seguida do teste de comparações múltiplas de Tukey (com nível de significância de 5%), revelando diferença estatisticamente significativa entre os sexos (p<0,001) e entre os tipos (p<0,001), não foi observada interação significativa entre sexo e tipo (p=0,645). O sexo feminino apresentou menor distância que o sexo masculino, independentemente do tipo. O tipo III apresentou maiores distâncias que os demais, independentemente do sexo. Conclusão: Houve uma maior prevalência de CIO sem protrusão nos seios maxilares (tipo I) para ambos os sexos. Os CIO internos aos seios maxilares (tipo III) apresentaram maiores desvios em suas trajetórias, independente do sexo do indivíduo.
Resumo (inglês)
To study the prevalence of types of relationships between the infraorbital canals (IOC) and the maxillary sinuses (MS) using cone beam computed tomography (CBCT) scans. Additionally, determine the displacement distances between the beginning of the IOC and their respective openings in the infraorbital foramina (IFO), relating to the types of relationships studied. Material and Methods: The sample consisted of 369 CBCT scans (738 CIO). The images were analyzed by a calibrated evaluator in the software OnDemand 3D (Cybermed, Seoul, South Korea). In the MPR window, the evaluator followed the entire trajectory of the IOC, classifying them into 04 types (Rusu et al., 2015): Type I (without protrusions for the MS); Type II (presence of protrusion towards the MS); Type III (path inside the MS) and Type IV (displaced to the zygomatic process of the maxilla). The displacement distances between the origin and openings in the FOI were obtained in millimeters (mm) using the “distance” tool in the software. Results: Type I was the most prevalent (72.6%), followed by type II (12.8%), type III (9.4%) and type IV (5 2%). With regard to displacement distances, comparison between groups and genders was performed using ANOVA followed by Tukey's multiple comparison test (5% significance level), revealing a statistically significant difference between genders (p<0.001) and between types (p<0.001), no significant interaction was observed between sex and type (p=0.645). Females had a shorter distance than males, regardless of the group. Type III presented greater distances than the other types, regardless of gender. Conclusion: There was a higher prevalence of IOC without protrusion in the maxillary sinuses (type I) for both genders. IOCs internal to the maxillary sinuses (type III) showed greater deviations in their trajectories, regardless of the individual's gender.
Descrição
Idioma
Português