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O pensar-fazer das jornalistas argentinas e brasileiras: os significados e percepções acerca do jornalismo feminista

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Orientador

Ventura, Mauro de Souza

Coorientador

Pós-graduação

Comunicação - FAAC

Curso de graduação

Título da Revista

ISSN da Revista

Título de Volume

Editor

Universidade Estadual Paulista (Unesp)

Tipo

Tese de doutorado

Direito de acesso

Acesso abertoAcesso Aberto

Resumo

Resumo (português)

Esta tese busca investigar o pensar-fazer das mulheres jornalistas e pesquisadoras que atuam ou têm vínculo no/com o jornalismo feminista. O objetivo geral foi analisar os significados e as percepções que as jornalistas da Argentina e do Brasil conferem ao jornalismo feminista a partir de suas reflexões e práticas. O alicerce teórico-conceitual foi desenvolvido com base em três pontos fundamentais: o gênero, as epistemologias feministas e o jornalismo. O corpus é composto por quinze participantes – seis jornalistas e três pesquisadoras argentinas e cinco jornalistas e uma pesquisadora brasileiras, selecionadas de forma intencional. A pesquisa adota um desenho metodológico sob a abordagem qualitativa, com uma inclinação descritiva quanto aos objetivos. Para a coleta de dados, utilizou-se a entrevista semiaberta, enquanto a análise das informações coletadas foi realizada por meio da análise de conteúdo (Bardin, 2011), o que permitiu a emergência das seguintes categorias analíticas: no contexto argentino, o exame revelou a Militância feminista como parte da identidade profissional, a Desconstrução dos cânones jornalísticos e a Prática jornalística reflexiva; no cenário brasileiro, foram identificadas as categorias O pessoal se transforma em profissional, A mirada posicionada em ação e O sentido da perenidade. Os resultados mostram que, enquanto a militância é central para as jornalistas argentinas, a experiência pessoal se transforma em impulso profissional no Brasil. A investigação indica que, a partir do pensar-fazer das profissionais, o jornalismo se sustenta em redes colaborativas e na reflexão dos cânones jornalísticos, com as comunicadoras atuando em busca de uma sociedade mais justa.

Resumo (inglês)

This dissertation aims to investigate the think-do practices of women journalists and researchers who work in or are connected to feminist journalism. The main objective was to analyze the meanings and perceptions that journalists from Argentina and Brazil attribute to feminist journalism based on their reflections and professional practices. The theoretical-conceptual framework is grounded in three fundamental pillars: gender, feminist epistemologies, and journalism. The corpus consists of fifteen participants — six Argentine journalists and three researchers, and five Brazilian journalists and one researcher — selected through intentional sampling. The study adopts a qualitative methodological design with a descriptive orientation regarding its objectives. The data were collected through semi-structured interviews (Duarte, 2005), and the information was analyzed using content analysis (Bardin, 2011), which allowed the emergence of the following analytical categories: in the Argentine context, Feminist Militancy as Part of Professional Identity, Deconstruction of Journalistic Canons, and Reflective Journalistic Practice; in the Brazilian context, The Personal Becomes Professional, Positioned Perspective in Action, and The Sense of Perenniality. The results indicate that, while militancy is central to Argentine journalists, personal experience serves as a professional drive for Brazilian journalists. The study further suggests that, through the think-do practices of these professionals, feminist journalism is sustained by collaborative networks and the critical reflection on journalistic canons, with journalists acting in pursuit of a more just society.

Descrição

Palavras-chave

Jornalismo, Mulheres jornalistas, Jornalismo feminista, Comunicação, Women journalists, Feminist journalism, Argentine journalism

Idioma

Português

Citação

RODARTE, Ana Paula Veloso Silveira Teodoro Rodarte. O pensar-fazer das jornalistas argentinas e brasileiras: os significados e percepções acerca do jornalismo feminista. 2025, 151 f. Tese (Doutorado em Comunicação) - Faculdade de Arquitetura, Artes, Comunicação e Design, Universidade Estadual Paulista (UNESP), Bauru, 2025.

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