Publicação: O mal-estar na era da barbárie social: A subjetividade do motorista de aplicativos
Carregando...
Arquivos
Data
Autores
Orientador
Castro, Matheus Fernandes 

Coorientador
Pós-graduação
Psicologia - FCLAS
Curso de graduação
Título da Revista
ISSN da Revista
Título de Volume
Editor
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Tipo
Dissertação de mestrado
Direito de acesso
Acesso aberto

Resumo
Resumo (português)
Este trabalho é uma analise na perspectiva “critica” e “psicanalítica” sobre a “subjetividade do trabalhador precarizado”, desvendando principalmente os mecanismos “ideológicos” de “conformidade social”, a interrogação que possibilitou a presente pesquisa foi: O que faz com que o trabalhador mesmo em uma situação de extrema precariedade mantem-se conformado diante da injustiça social, por ele sofrida? É importante também deixar registrado que não tenho a pretensão de formular uma teoria subjetiva da precariedade (devido ao tempo e a pandemia), mas apenas contribuir com a discursão sobre a subjetividade dos motoristas de aplicativo, em um tempo histórico da barbárie social.
Resumo (inglês)
This work is an analysis in the "critical" and "psychoanalytic" perspective on the "subjectivity of the precarious worker", revealing mainly the "ideological" mechanisms of "social conformity", the question that made this research possible was: What makes Does the worker, even in a situation of extreme precariousness, remain resigned to the social injustice suffered by him? It is also important to note that I do not intend to formulate a subjective theory of precariousness (due to time and the pandemic), but only to contribute to the discussion about the subjectivity of app drivers, in a historical time of social barbarism.
Descrição
Palavras-chave
Motorista, Barbárie social, Desefetivação, Driver, Social Barbarism
Idioma
Português