Publicação: lnoculação de Azospirillum brasilense e adubação nitrogenada nas culturas da mandioca e batata
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Data
2018-07-25
Autores
Orientador
Fernandes, Adalton Mazetti
Coorientador
Pós-graduação
Agronomia (Agricultura) - FCA
Curso de graduação
Título da Revista
ISSN da Revista
Título de Volume
Editor
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Tipo
Dissertação de mestrado
Direito de acesso
Acesso aberto

Resumo
Uma tecnologia que permite reduzir a adubação nitrogenada mineral aplicada nas culturas é a inoculação das plantas com Azospirillum brasilense, uma bactéria que proporciona benefícios para as plantas que vão além da fixação biologia do nitrogênio atmosférico (N2). Dessa forma, o objetivo deste trabalho foi avaliar o estado nutricional, o acúmulo de matéria seca (MS), a partição de carboidratos e açúcares redutores, a produtividade e a eficiência de uso do N absorvido pelas plantas de mandioca e batata em resposta a inoculação de Azospirillum brasilense em combinação com a adubação nitrogenada. Foram conduzidos quatro experimentos, ou seja, dois em solo natural e dois em solo estéril envolvendo as culturas da batata e da mandioca. Para cada experimento o delineamento experimental utilizado foi o de blocos ao acaso, no esquema fatorial 2x4, com quatro repetições. Nos experimentos com mandioca (solo natural e estéril) os tratamentos foram representados por 2 formas de fornecimento de Azospirillum brasilense (1 - Com aplicação de Azospirillum brasilense; 2 - Sem aplicação de Azospirillum brasilense), combinadas com quatro doses de N (0, 50, 100 e 200 mg dm-3 de N). Nos experimentos com batata (solo natural e estéril) as formas de inoculação de Azospirillum brasilense foram as mesmas da mandioca, mas as doses de N foram de (0, 75, 150 e 300 mg dm-3 de N). Cada parcela foi representada por um vaso de 38 dm3 contendo uma planta de mandioca e para a batata foi utilizado vasos de 25L. A esterilização do solo foi realizada em autoclave. Na mandioca, as doses de N foram aplicadas metade aos 15 e metade aos 40 dias após a emergência e na batata o N foi parcelado entre 1/3 no plantio, 1/3 aos 15 e 1/3 aos 40 dias após a emergência. Nos tratamentos com inoculação de Azospirillum brasilense foram aplicados 20 ml do produto comercial (Nod) contendo 2,0 x 108 células viáveis por ml, das estirpes Ab-V5 e Ab-V6. Portanto é recomendado a inoculação do A.brasilense para a cultura da mandioca, pois teve aumento da produtividade quando inoculado com a bactéria, entre vários fatores. É recomendado realizar a inoculação da cultura da mandioca com A. brasilense, porque a inoculação da bactéria aumenta o crescimento e a produtividade da mandioca. Na cultura da batata não há razão para se realizar a inoculação das plantas com A. brasilense, porque a inoculação da bactéria não promove benefícios para essa cultura.
Descrição
Idioma
Português