Publicação:
As contradições das políticas indigenistas nos 500 anos de Brasil

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Data

2024-12-12

Orientador

Faccio, Neide Barrocá

Coorientador

Pós-graduação

Curso de graduação

Presidente Prudente - FCT - Geografia

Título da Revista

ISSN da Revista

Título de Volume

Editor

Universidade Estadual Paulista (Unesp)

Tipo

Trabalho de conclusão de curso

Direito de acesso

Acesso abertoAcesso Aberto

Resumo

Resumo (português)

A presente monografia teve por objetivo mostrar como algumas políticas ainda pautam o assimilacionismo apresentando através da perspectiva das políticas indigenistas construídas no Brasil. Destacando como o processo de colonização e conquista influenciou a expansão territorial e as políticas de terras que afetam os direitos indígenas. Sendo o neoliberalismo um agente que exacerba desigualdades sociais e fragiliza as condições de vida dos povos indígenas, em aspectos ambientais, econômicos e culturais. Políticas como o Marco Temporal, implica no reconhecimento de territórios indígenas, para além da data da Constituição de 1988, ignorando o histórico de deslocamentos forçados e marginalizando os direitos indígenas. Comprovando a territorialidade indígena através da geografia, arqueologia e cartografias, argumenta-se contra a inconstitucionalidade do Marco Temporal. Sendo a demarcação de terras e a representatividade política fundamentais para assegurar a soberania e autodeterminação dos povos indígenas, promovendo inclusão e respeito aos seus direitos e culturas.

Resumo (espanhol)

El objetivo de esta monografía es mostrar cómo algunas políticas aún se basan en el asimilacionismo, presentadas desde la perspectiva de las políticas indigenistas construidas en Brasil. Se destaca cómo el proceso de colonización y conquista influyó en la expansión territorial y las políticas de tierras que afectan los derechos indígenas. Siendo el neoliberalismo un agente que exacerba las desigualdades sociales y debilita las condiciones de vida de los pueblos indígenas, en aspectos ambientales, económicos y culturales. Políticas como el Marco Temporal implican el reconocimiento de territorios indígenas más allá de la fecha de la Constitución de 1988, ignorando el historial de desplazamientos forzados y marginando los derechos indígenas. Demostrando la territorialidad indígena a través de la geografía, la arqueología y la cartografía, se argumenta contra la inconstitucionalidad del Marco Temporal. La demarcación de tierras y la representatividad política son fundamentales para asegurar la soberanía y autodeterminación de los pueblos indígenas, promoviendo la inclusión y el respeto a sus derechos y culturas.

Resumo (inglês)

The objective of this monograph is to show how some policies are still based on assimilationism, presented from the perspective of the indigenist policies constructed in Brazil. It highlights how the process of colonization and conquest influenced territorial expansion and land policies that affect indigenous rights. Neoliberalism is seen as an agent that exacerbates social inequalities and weakens the living conditions of indigenous peoples in environmental, economic, and cultural aspects. Policies such as the Timeframe Thesis (Marco Temporal) involve the recognition of indigenous territories beyond the date of the 1988 Constitution, ignoring the history of forced displacements and marginalizing indigenous rights. By demonstrating indigenous territoriality through geography, archaeology, and cartography, it argues against the unconstitutionality of the Timeframe Thesis. Land demarcation and political representation are fundamental to ensuring the sovereignty and self-determination of indigenous peoples, promoting inclusion and respect for their rights and cultures.

Descrição

Idioma

Português

Como citar

SANTOS, Karoline Ribeiro. As contradições das políticas indigenistas nos 500 anos de Brasil. Orientadora: Neide Barrocá Faccio. 2024. 119 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Geografia) - Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade Estadual Paulista, Presidente Prudente, 2024.

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