Eficácia e segurança da fototerapia com LASER de luz azul comparado com escleroterapia com polidocanol usando modelo de vasos sanguíneos de orelha de coelho
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Pós-graduação
Cirurgia e Medicina Translacional (Bases Gerais da Cirurgia) - FMB
Curso de graduação
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Editor
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Tipo
Tese de doutorado
Direito de acesso
Acesso restrito
Resumo
Contexto: Estima-se que a prevalência de telangiectasias na população adulta seja entre 5-30% e é uma das principais queixas dos pacientes em consultas médicas. Os principais tratamentos disponíveis atualmente são efetivos, porém apresentam risco de lesão tecidual e necrose. Desta forma, torna-se fundamental estudar opções de tratamento que apresentam maior segurança em sua aplicação. Objetivos: Avaliar a segurança e eficácia do uso de luz azul (450 nm) para o tratamento de telangiectasias, em modelo de orelha de coelhos, comparando com o padrão ouro que é a escleroterapia com polidocanol 0,2%. Métodos: Trata-se de um estudo tipo coorte prospectivo experimental que avaliou a eficácia e segurança da fototerapia com a luz azul (comprimento de onda de 450 nm) no tratamento dos vasos sanguíneos em orelhas de coelhos (n=48). As orelhas foram divididas em 4 grupos: Grupo 1 (n=12): controle; Grupo 2 (n=12): escleroterapia com espuma de polidocanol a 0,2% (n=12); Grupo 3: fototerapia com irradiância de 0,567 W/cm2, distância de 20 cm por 30 segundos (n=12); Grupo 4: fototerapia com irradiância de 0,624 W/cm2, distância de 17 cm por 10 segundos. O tempo de seguimento foi de 7 dias. Resultados: Foi observado que a fototerapia com a luz azul apresentou redução de 33,51% no comprimento das telangiectasias, contra 34,3% no tratamento com escleroterapia (p=0,009). G2 e G3 foram os grupos que apresentaram maior porcentagem de redução das telangiectasias (p=0,01). Ambos apresentam risco de resultar em lesão tecidual, sendo que a fototerapia não ofereceu maior risco em comparação com a escleroterapia (p>0,05). A fototerapia e a escleroterapia foram igualmente eficazes na redução dos vasos e os grupos apresentaram segurança semelhante para aplicação. Conclusões: A fototerapia é uma escolha promissora para o tratamento das telangiectasias em membros inferiores, apresenta custo relativamente baixo e exibe segurança em sua aplicação com os estudos experimentais realizados até o momento. Caso esses resultados sejam reproduzíveis em humanos, a fototerapia com a luz azul poderia ser uma opção interessante para o tratamento das telangiectasias.
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Palavras-chave
Idioma
Português
Citação
DARONCH, Oona Tomiê. Eficácia e segurança da fototerapia com LASER de luz azul comparado com escleroterapia com polidocanol usando modelo de vasos sanguíneos de orelha de coelho. 2025. Tese (Doutorado em Cirurgia e Medicina Translacional) - Faculdade de Medicina, Universidade Estadual Paulista (UNESP), Botucatu, 2025.



