Determinantes da tolerância ao exercício nos domínios de intensidade severo ao extremo: insights sobre o metabolismo energético e modelos de predição da performance
| dc.contributor.advisor | Greco, Camila Coelho | |
| dc.contributor.author | Correa Júnior, Rubens | |
| dc.contributor.committeeMember | Greco, Camila Coelho | |
| dc.contributor.committeeMember | Caputo, Fabrizio | |
| dc.contributor.committeeMember | Lucas, Ricardo Dantas de | |
| dc.contributor.institution | Universidade Estadual Paulista (UNESP) | pt |
| dc.date.accessioned | 2026-08-26T12:13:35Z | |
| dc.date.issued | 2026-08-04 | |
| dc.description.abstract | O tempo até a exaustão durante esforços realizados no domínio de intensidade severo (~ 2 a 15 min) pode ser predito com acurácia utilizando os parâmetros da relação hiperbólica entre a potência e a duração (potência crítica, PC; e o trabalho acima da potência crítica, W’). Contudo, existe um debate considerável em relação à sua capacidade de predição durante esforços mais curtos, tais como aqueles realizados no domínio de intensidade extremo. Objetivo: (1) Determinar se o W’ na exaustão seria totalmente depletado; (2) Verificar se a tolerância ao exercício no domínio de intensidade extremo seria predita acuradamente utilizando a PC e o W’. Métodos: Onze ciclistas bem treinados realizaram: (1) Quatro testes de carga constantes no domínio de intensidade severo para estimar a PC e o W’; (2) Um a dois testes de carga constante para determinar a mais alta intensidade na qual o consumo máximo de oxigênio pode ser atingido (IHIGH); e (3) Dois testes de carga constante no domínio de intensidade extremo (IHIGH +10% e IHIGH +15%). Resultados: Não foram observadas diferenças significantes entre a tolerância ao exercício realizada x tolerância ao exercício predita para a IHIGH (~112 s x ~110 s), extremo1 (~82 s x ~86 s), e extremo2 (~72 s x ~79 s) (p > 0,05). Correlações muito fortes e fortes foram observadas entre a tolerância ao exercício realizada x tolerância ao exercício predita para a IHIGH (r = 0,92, p < 0,001) e extremo1 (r = 0,73, p = 0,005), respectivamente, enquanto uma correlação moderada, mas não significante foi observada para extremo2 (r = 0,47, p = 0,072). Uma depleção similar do W’ foi observada entre as intensidades (variando entre 18,6 ± 3,27 kJ e 16,4 ± 3,91 kJ) (p = 0,09). Conclusão: Em ciclistas bem treinados, o W’ se mantém como um fator determinante da tolerância ao exercício dentro do domínio de intensidade extremo, particularmente em seu limite inferior. Além disso, a tolerância ao exercício pode ser predita com forte a moderada acurácia nestas condições. | pt |
| dc.description.abstract | The time to task-failure during severe-intensity efforts (~ 2 to 15 min) can be predicted with accuracy using the parameters of the hyperbolic power-duration relationship (CP, critical power; and W’, work done above CP). However, there is considerable debate regarding its predictability during shorter efforts, such as those performed within the extreme-intensity domain. Purpose: (1) To determine whether W’ would be fully depleted, and (2) To verify whether the exercise tolerance within the extreme-intensity domain would be accurately predicted using CP and W’. Methods: Eleven well-trained cyclists performed: (1) Four severe constant work-rate trials to estimate CP and W’; (2) One to two constant work-rate trials to determine the highest intensity at which maximal oxygen uptake can be achieved (IHIGH); and (3) Two extreme constant work-rate trials (IHIGH +10% and IHIGH +15%). Results: No significant differences were observed between actual exercise tolerance x predicted exercise tolerance for IHIGH (~112 s x ~110s), extreme1 (~82 s x ~86 s), and extreme2 (~72 s x ~79 s) (p > 0.05). Very strong and strong correlations were observed between actual exercise tolerance x predicted exercise tolerance for IHIGH (r = 0.92, p < 0.001) and extreme1 (r = 0.73, p = 0.005), respectively; while a moderate but non-significant correlation was observed for extreme2 (r = 0.47, p = 0.072). In addition, a similar W’ depletion was observed across intensities (Ranging from 18.6 ± 3.27 kJ to 16.4 ± 3.91 kJ) (p = 0.09). Conclusions: In well-trained cyclists, W’ remains a key determinant of exercise tolerance within the extreme-intensity domain, particularly at its lower limits. Moreover, exercise tolerance can be predicted with strong to moderate accuracy across intensities. | en |
| dc.description.sponsorship | Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) | |
| dc.description.sponsorshipId | FAPESP: 2024/09303-0. | |
| dc.description.sponsorshipId | FAPESP: 2025/01037-2. | |
| dc.identifier.capes | 33004137066P5 | |
| dc.identifier.lattes | 1086849269878336 | |
| dc.identifier.orcid | 0000-0002-9046-5180 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/11449/330203 | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.publisher | Universidade Estadual Paulista (UNESP) | pt |
| dc.rights.accessRights | Acesso aberto | pt |
| dc.subject | Potência crítica | pt |
| dc.subject | Consumo máximo de oxigênio | pt |
| dc.subject | Metabolismo energético | pt |
| dc.subject | Exercício de alta intensidade | pt |
| dc.subject | Performance | pt |
| dc.subject | Critical power | en |
| dc.subject | Maximal oxygen uptake | en |
| dc.subject | Skeletal-muscle bioenergetics | en |
| dc.subject | High-intensity exercise | en |
| dc.title | Determinantes da tolerância ao exercício nos domínios de intensidade severo ao extremo: insights sobre o metabolismo energético e modelos de predição da performance | pt |
| dc.title.alternative | Determinants of exercise tolerance in the severe-to-extreme intensity ranges: insights of energy metabolism and performance prediction models | en |
| dc.type | Dissertação de mestrado | pt |
| dcterms.impact | Apesar dos recentes avanços na compreensão dos fatores determinantes da tolerância ao exercício no domínio de intensidade severo (~ 2 a 15 minutos), ainda muito se discute sobre se esses mesmos mecanismos também são capazes de determinar a tolerância ao exercício no domínio de intensidade extremo (i.e., intensidades acima da potência crítica que não permitem o atingimento do consumo máximo de oxigênio). Neste sentido, o presente estudo buscou, por meio dos parâmetros da relação hiperbólica potência-tempo (i.e., potência crítica e trabalho acima da potência crítica), explicar a tolerância ao exercício no domínio de intensidade extremo. Além disso, visou, de forma abrangente, caracterizar as respostas fisiológicas e os perfis de contribuição energética durante estes exercícios. Desta maneira, as informações obtidas nesta pesquisa podem contribuir significativamente para o entendimento dos aspectos determinantes da tolerância humana em condições de exercício nas quais a exaustão ocorre em períodos muito curtos (< 2 min), antecedendo o atingimento do consumo máximo de oxigênio. Além disso, do ponto de vista prático, essas informações podem auxiliar atletas, treinadores e cientistas na prescrição de treinamentos intervalados de alta intensidade, visando à maximização do desempenho atlético, bem como na adoção de estratégias mais eficazes durante competições. | pt |
| dcterms.impact | Despite recent advances in our understanding of the determinants of exercise tolerance in the severe-intensity domain (~ 2 to 15 min), there is still debate over whether these mechanisms are also capable of determining exercise tolerance in the extreme-intensity domain (i.e., intensities above critical power that do not allow the attainment of maximal oxygen uptake). In this sense, the current study aimed to explain exercise tolerance in the extreme-intensity domain through the hyperbolic powerduration relationship (i.e., critical power and work above critical power). Moreover, aimed to comprehensively characterize the physiological responses and energy system profiles within these exercises. Therefore, the findings of this research may significantly contribute to our understanding of the factors that determine human tolerance during exercise conditions in which exhaustion occurs within very short periods (< 2 min), before the attainment of maximal oxygen uptake. Furthermore, from a practical perspective, these insights can help athletes, coaches, and scientists in the interval training prescription, aiming to maximize athletic performance, as well as the adoption of more efficient strategies during competitions. | en |
| dspace.entity.type | Publication | |
| relation.isAuthorOfPublication | 07246534-fcb4-44bb-bbd2-beb9a7a47d65 | |
| relation.isAuthorOfPublication.latestForDiscovery | 07246534-fcb4-44bb-bbd2-beb9a7a47d65 | |
| relation.isGradProgramOfPublication | 5f5c0423-0ce6-475b-af27-383c78746bf0 | |
| relation.isGradProgramOfPublication.latestForDiscovery | 5f5c0423-0ce6-475b-af27-383c78746bf0 | |
| relation.isOrgUnitOfPublication | eecebc66-0524-4365-8462-6103e1c979de | |
| relation.isOrgUnitOfPublication.latestForDiscovery | eecebc66-0524-4365-8462-6103e1c979de | |
| unesp.campus | Universidade Estadual Paulista (UNESP), Instituto de Biociências, Rio Claro | pt |
| unesp.examinationboard.type | Banca pública | pt |
| unesp.graduateProgram | Desenvolvimento Humano e Tecnologias - IB | pt |
| unesp.knowledgeArea | Tecnologias nas dinâmicas corporais | pt |
| unesp.researchArea | Tecnologias e desempenho humano. | pt |
Arquivos
Pacote original
1 - 1 de 1
Carregando...
- Nome:
- correajunior_r_me_rcla.pdf
- Tamanho:
- 1,7 MB
- Formato:
- Adobe Portable Document Format

