Show simple item record

dc.contributor.authorDel Nero, Ulisses [UNESP]
dc.contributor.authorRudge, Marilza Vieira Cunha [UNESP]
dc.contributor.authorNovo, Neil Ferreira
dc.contributor.authorCalderon, Iracema de Mattos Paranhos [UNESP]
dc.contributor.authorBrasil, Maria Aparecida Mourão [UNESP]
dc.date.accessioned2014-05-20T13:35:42Z
dc.date.available2014-05-20T13:35:42Z
dc.date.issued2002-12-01
dc.identifierhttp://dx.doi.org/10.1590/S0100-72032002001000006
dc.identifier.citationRevista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia, v. 24, n. 10, p. 212-216, 2002.
dc.identifier.issn0100-7203
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11449/12287
dc.description.abstractOBJETIVO: comparar duas metodologias para o cálculo do volume placentário em gestações normais de termo: a do princípio de Arquimedes e a do volume do cilindro, para estimar a densidade absoluta da placenta. Definir a metodologia mais adequada para o cálculo do volume e densidade placentários, que se relacione com o peso e classificação do recém-nascido. MÉTODOS: foram estudadas 50 placentas provenientes de gestações de termo sem complicações e calculados o volume e a densidade absoluta placentários: a) pelo princípio de Arquimedes e b) na suposição de que a placenta seria uma secção de cilindro com duas alturas diferentes do bolo placentário: com a altura média e com a altura da média aritmética do centro e extremidades. As densidades absolutas placentárias foram calculadas pelo quociente entre o peso ao ar da placenta e os diferentes volumes. RESULTADOS: a maioria das gestantes eram multíparas, idade média de 25,4 anos, volume placentário médio entre 547,8 e 610 cm³ e densidade média entre 0,94 e 1,14 g/cm³, dependendo da metodologia empregada. CONCLUSÕES: a metodologia mais adequada para estimar o volume placentário no termo foi a do princípio de Arquimedes, pela melhor correlação com o peso dos recém-nascidos, o índice placentário e a classificação do peso dos recém-nascidos em relação à idade gestacional.pt
dc.description.abstractPURPOSE: to compare two methodologies for the calculation of placental volume in normal term pregnancies: one according to the Archimedes principle and the other to the cylinder volume, to estimate the absolute placental densities. Also, to define the methodology which relates to the weight and to the newborn classification. METHOD: fifty placentas from normal term pregnancies were tested by the two methodologies to estimate the placental volume and absolute density: a) Archimedes principle, and b) the cylinder volume with two possible different heights. The absolute placental densities were calculated, respectively, by the quotient between the placenta weight, properly standardized, and the different estimated volumes. RESULTS: most of the pregnant women had more than one gestation, average age of 25.4 years, mean placental volume between 547.8 and 610 cm³ and mean density between 0.94 and 1.14 g/cm³, depending on the used methodology. CONCLUSIONS: the Archimedes principle was the most appropriate methodology to estimate the term placental volume, best correlating with the newborn weight, the placental index and the classification of newborn weight in relation to gestational age.en
dc.format.extent212-216
dc.language.isopor
dc.publisherFederação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia
dc.relation.ispartofRevista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia
dc.sourceSciELO
dc.subjectPlacentapt
dc.subjectCrescimento intra-úteropt
dc.subjectDensidade placentáriapt
dc.subjectPlacentaen
dc.subjectIntrauterine growthen
dc.subjectPlacental densityen
dc.titleMetodologia para estudo do volume e densidade absoluta da placenta humana de termopt
dc.title.alternativeMethodology to study the volume and absolute placental density in human placenta at termen
dc.typeArtigo
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
dc.contributor.institutionPontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)
dc.description.affiliationUNESP Faculdade de Medicina de Botucatu Departamento de Ginecologia e Obstetrícia
dc.description.affiliationPUC/SP Centro de Ciências Médicas e Biológicas
dc.description.affiliationUnespUNESP Faculdade de Medicina de Botucatu Departamento de Ginecologia e Obstetrícia
dc.identifier.doi10.1590/S0100-72032002001000006
dc.identifier.scieloS0100-72032002001000006
dc.rights.accessRightsAcesso aberto
unesp.campusUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Medicina, Botucatupt
dc.identifier.fileS0100-72032002001000006.pdf
dc.identifier.lattes6758680388835078
dc.identifier.lattes0679387622604743
dc.identifier.orcid0000-0002-9227-832X
unesp.author.lattes6758680388835078
unesp.author.lattes0679387622604743
unesp.author.orcid0000-0002-9227-832X[2]
dc.relation.ispartofsjr0,292
Localize o texto completo

Files in this item

Thumbnail

This item appears in the following Collection(s)

Show simple item record