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dc.contributor.authorBerlinck, Rosane de Andrade [UNESP]
dc.date.accessioned2015-07-15T18:27:51Z
dc.date.available2015-07-15T18:27:51Z
dc.date.issued2012
dc.identifierhttp://www.uftm.edu.br/revistaeletronica/index.php/intertexto/article/view/302
dc.identifier.citationIntertexto, v. 5, n. 1, p. 1-18, 2012.
dc.identifier.issn1981-0601
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11449/124863
dc.description.abstractThinking about the correlations between linguistic variation and education is both necessary and urgent if we wish to make language teaching more appropriate, fairer and more meaningful. I take, on one hand, already well-established concepts derived from research on language: the variable nature of language (in space, time, situations) and the intrinsic relationship between this variation and social structure, the communicative needs of speakers, the needs and desires that speakers have to build their social identity. On the other hand, we found out that the teaching of Portuguese language has usually been based on a vision that assumes the language as a static reality. I propose to contrast the two components of this issue, to reveal where, and if, any relationship has been established, and where it is to be built. In the first instance, I seek to evaluate the bond – how one speaks about change when this issue comes to be focused; in the second, I seek the reasons for absence - ignorance or indifference?en
dc.description.abstractPensar as correlações entre variação linguística e ensino é tanto necessário quanto urgente, se desejamos tornar o ensino da língua mais adequado, mais justo e mais significativo. Parto, por um lado, de um conjunto já bem consolidado de conceitos derivados das investigações sobre a linguagem, que assumem a natureza variável das línguas (no espaço, no tempo, nas situações) e a relação intrínseca que essa variação tem com a estrutura social, com as necessidades comunicativas dos falantes, com as necessidades e desejos que os falantes têm de construir sua identidade social. Por outro lado, observamos que o ensino da língua portuguesa tem se pautado usualmente em uma visão que supõe a língua como uma realidade estática. Proponho contrapor os dois componentes dessa questão, para revelar onde se estabeleceu algum vínculo e onde ele está por construir. No primeiro caso, busco avaliar o vínculo – como se fala de variação quando se fala de variação; no segundo, busco as razões da ausência – desconhecimento ou indiferença?pt
dc.format.extent1-18
dc.language.isopor
dc.relation.ispartofIntertexto
dc.sourceCurrículo Lattes
dc.subjectLinguistic variationen
dc.subjectTeachingen
dc.subjectTeaching materialsen
dc.subjectBrazilian Portugueseen
dc.subjectVariação e mudança lingüísticaspt
dc.subjectEnsinopt
dc.subjectPortuguês brasileiropt
dc.titleComo o ensino vê a variação?pt
dc.title.alternativeHow teaching sees variation?en
dc.typeArtigo
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
dc.description.affiliationUniversidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Departamento de Lingüística, Faculdade de Ciências e Letras de Araraquara, Araraquara, Rodovia Araraquara-Jaú, km 1, CEP 14800-901, SP, Brasil
dc.description.affiliationUnespUniversidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Departamento de Linguística, Faculdade de Ciências e Letras de Araraquara, Araraquara, Rodovia Araraquara-Jaú, km 1, CEP 14800-901, SP, Brasil
dc.rights.accessRightsAcesso aberto
unesp.campusUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Ciências e Letras, Araraquarapt
dc.identifier.fileISSN1981-0601-2012-05-01-01-18.pdf
dc.identifier.lattes6009854924555046
unesp.departmentLinguísticapt
unesp.author.lattes6009854924555046
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