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dc.contributor.authorMisquiatti, Andréa Regina Nunes [UNESP]
dc.contributor.authorBrito, Maria Claudia [UNESP]
dc.contributor.authorOlivati, Ana Gabriela [UNESP]
dc.contributor.authorSantos, Thais Rosa dos [UNESP]
dc.contributor.authorFernandes, Fernanda Dreux Miranda
dc.date.accessioned2015-12-07T15:30:28Z
dc.date.available2015-12-07T15:30:28Z
dc.date.issued2014
dc.identifierhttp://dx.doi.org/10.1590/2317-1782/20142013006
dc.identifier.citationCodas, v. 26, n. 5, p. 402-406, 2014.
dc.identifier.issn2317-1782
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11449/130965
dc.description.abstractTo analyze the sociocognitive performance of children and adolescents with autism spectrum disorders in two environments of language therapy, which differ as to the physical structure. Ten children and adolescents with ages between 4 and 13 years, of both genders, diagnosed with autism spectrum disorders took part in the study. For data collection, eight filming sessions were performed during individual language therapy lasting 30 minutes, being four in a room with conventional environmental organization (common room) and four in a room with specific ambiance [children's interaction core (CIC) room], interspersed during a month. For the analysis of filmed situations, the Sociocognitive Performance Protocol was used and obtained data were subjected to statistical analysis. No statistical significance was found in sociocognitive performance of 10 subjects in the common and CIC rooms, although specific differences were observed in some cases. The creation of preestablished physical environments or specific materials is not and should not be considered essential for language therapy. It is noteworthy, however, that the absence of a large volume of statistically significant data does not indicate that the results are not expressive, reiterating the need for further research in the area.en
dc.description.abstractObjetivo: Analisar o desempenho sociocognitivo de crianças e adolescentes com Transtornos do Espectro do Autismo em dois ambientes de terapia de linguagem, que se diferenciam quanto à estruturação do aspecto físico. Métodos: Participaram dez crianças e adolescentes com a faixa etária entre 4 e 13 anos, de ambos os gêneros, com diagnósticos estabelecidos entre os Transtornos do Espectro do Autismo. Para a coleta de dados, foram realizadas oito filmagens durante sessões de terapia de linguagem individual com duração de 30 minutos, sendo quatro em sala com organização ambiental convencional (sala comum) e quatro em sala com ambientação específica (sala NIC), intercaladamente, durante um mês. Para a análise das situações filmadas, foi utilizado o Protocolo de Desempenho Sociocognitivo e os dados obtidos foram submetidos à análise estatística. Resultados: Verificou-se que não houve significância estatística no desempenho sociocognitivo dos dez sujeitos na sala comum e na sala NIC, embora tenham sido observadas diferenças específicas em alguns casos. Conclusão: A criação de ambientes físicos preestabelecidos ou materiais específicos não são e não devem ser considerados imprescindíveis para a terapia de linguagem. Ressalta-se, no entanto, que a ausência de um grande volume de dados estatisticamente significativos não indica que os resultados não sejam expressivos, reiterando a necessidade de novas pesquisas na área.pt
dc.format.extent402-406
dc.language.isoeng
dc.language.isopor
dc.relation.ispartofCodas
dc.sourcePubMed
dc.subjectAutistic disorderen
dc.subjectCognitionen
dc.subjectInterpersonal relationsen
dc.subjectLanguageen
dc.subjectIntervention studiesen
dc.subjectTranstorno autísticopt
dc.subjectCogniçãopt
dc.subjectRelações interpessoaispt
dc.subjectLinguagempt
dc.subjectEstudos de intervençãopt
dc.titleDesempenho sociocognitivo nos Transtornos do Espectro do Autismo e interferência do ambiente terapêuticopt
dc.title.alternativeSociocognitive performance in autism spectrum disorders and interference of the therapeutic environmenten
dc.typeArtigo
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
dc.contributor.institutionUniversidade de São Paulo (USP)
dc.description.affiliationDepartamento de Fonoaudiologia, Faculdade de Filosofia e Ciências (FFC), Universidade Estadual Paulista (UNESP), Marília, SP, Brasil
dc.description.affiliationDepartamento de Educação Especial, Faculdade de Filosofia e Ciências (FFC), Universidade Estadual Paulista (UNESP), Marília, SP, Brasil
dc.description.affiliationDepartamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional, Faculdade de Medicina (FMUSP), Universidade de São Paulo (USP), São Paulo, SP, Brasil
dc.description.affiliationUnespUniversidade Estadual Paulista, Departamento de Fonoaudiologia, Faculdade de Filosofia e Ciências de Marília
dc.description.affiliationUnespUniversidade Estadual Paulista, Departamento de Educação Especial, Faculdade de Filosofia e Ciências de Marília
dc.identifier.doi10.1590/2317-1782/20142013006
dc.identifier.scieloS2317-17822014000500402
dc.rights.accessRightsAcesso aberto
unesp.campusUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Filosofia e Ciências, Maríliapt
dc.identifier.fileS2317-17822014000500402-en.pdf
dc.identifier.fileS2317-17822014000500402-pt.pdf
dc.identifier.lattes6014044753699246
dc.identifier.pubmed25388074
unesp.author.lattes6014044753699246
dc.relation.ispartofsjr0,267
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