Radiação solar global em superfícies verticais: medidas e modelos de estimativa

dc.contributor.advisorDal Pai, Alexandre
dc.contributor.authorPiacitelli Tieghi, Camila
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual Paulista (Unesp)
dc.date.accessioned2018-10-04T19:14:50Z
dc.date.available2018-10-04T19:14:50Z
dc.date.issued2018-08-31
dc.description.abstractA radiação solar é uma fonte energética vital de todos processos biológicos, químicos, físicos e atmosféricos. Além disso, atualmente, com uma preocupação crescente em relação à utilização de fontes alternativas e sustentáveis de energia, seu uso tem sido utilizado como uma boa solução para conversão energética, controle de temperatura de água e conforto térmico. Para cada local onde será feito o uso da radiação solar, é preciso conhecer a variação anual dos níveis quantitativos energéticos incidentes, pois em cada região do planeta, o comportamento da radiação solar global incidente apresenta diferentes variações anuais. Quando se trabalha em uma superfície inclinada, a orientação e o ângulo da inclinação da superfície alteram os níveis energéticos recebidos se comparados com uma superfície horizontal. Medidas da radiação solar em plano inclinado não são corriqueiras em estações meteorológicas devido à entraves financeiros, de instrumentação e de operação. Por este motivo, o potencial energético e térmico da radiação solar em superfície vertical é deixado de lado. Este trabalho teve como objetivo avaliar os dados da irradiação solar global em superfície vertical orientada ao Norte medidos durante o ano de 2010 na estação de radiometria do Departamento de Engenharia Rural da Faculdade de Ciências Agronômicas da UNESP de Botucatu. No capítulo 1, foi criada uma evolução das medidas da radiação solar global em superfície vertical comparada com superfície horizontal, afim de se adquirir níveis quantitativos de irradiação solar global em superfície vertical no decorrer do ano para Botucatu–SP. A média dos valores da irradiação solar global em superfície horizontal foi de 17,12 MJ/m² enquanto a média para irradiação solar global vertical foi de 10,88 MJ/m². No capítulo 2, foram testados modelos clássicos da literatura para a estimativa da irradiação global desenvolvidos em superfícies inclinadas e foram comparados com dados da estação de radiometria de Botucatu-SP medidos em superfície vertical. No final do capítulo, foi proposto um modelo de estimativa da irradiação solar global para superfície vertical para Botucatu-SP.pt
dc.description.sponsorshipConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
dc.description.sponsorshipId131200/2016-0
dc.identifier.aleph000908682
dc.identifier.capes33004064021P7
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11449/157238
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Estadual Paulista (Unesp)
dc.rights.accessRightsAcesso aberto
dc.subjectInclinadapt
dc.subjectIrradiação Solar Globalpt
dc.subjectModelagempt
dc.subjectVerticalpt
dc.titleRadiação solar global em superfícies verticais: medidas e modelos de estimativapt
dc.title.alternativeGlobal solar radiation on vertical surfaces: measurements and estimation modelspt
dc.typeDissertação de mestrado
unesp.campusUniversidade Estadual Paulista (Unesp), Faculdade de Ciências Agronômicas, Botucatupt
unesp.embargoOnlinept
unesp.graduateProgramAgronomia (Energia na Agricultura) - FCApt
unesp.knowledgeAreaEnergia na agriculturapt
unesp.researchAreaFontes Convencionais e Alternativas de Energia, Desenvolvimento Tecnológico e Políticas Energéticaspt

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