Comparative analysis of the relative growth of Uca rapax (Smith) (Crustacea, Ocypodidae) from two mangroves in São Paulo, Brazil

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Data

2004-03

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Sociedade Brasileira de Zoologia

Resumo

A study on the relative growth of two populations of Uca rapax (Smith, 1870) was performed primarily to determine the size at onset sexual maturity. The species was sampled monthly in Itamambuca (23º24'43S and 45º00'73W) and Ubatumirim (23º20'17.8S and 44º53'2.2W) mangroves. Carapace width (CW) and length (CL), abdomen width (AW), major cheliped propodus length (PL) and height (PH) for each sex, and gonopod length (GL) for males were measured with a calliper (0.01 mm). Allometric analyses were used to estimate size at maturity. The relationships that most precisely indicated the size at onset of sexual maturity were AW vs. CW, for females and PL vs. CW, for males. Males and females are mature, respectively at 15.2 and 12.1 mm CW in samples from Itamambuca and 13.5 and 11.2 mm CW in samples from Ubatumirim mangrove. Positive allometric growth of females abdominal width is likely related to the incubation process, while positively allometry growth of male's cheliped almost certainly relates to reproductive behaviour.
O estudo do crescimento relativo foi utilizado para determinar quais dimensões evidenciam melhor a maturidade sexual morfológica de Uca rapax (Smith, 1870). Os caranguejos foram coletados mensalmente nos manguezais de Itamambuca (23º24'43S e 45º00'73W) e Ubatumirim (23º20'17,8S e 44º53'2,2W), em período de maré baixa. Os caranguejos de ambos os sexos foram mensurados com um paquímetro (0,01 mm) quanto à largura da carapaça (LC), comprimento da carapaça (CC) e largura do abdome (LA). Nos machos mensurou-se ainda o comprimento e altura do própodo do quelípodo maior (CPQ e APQ) e comprimento do gonopódio (CG) e, no caso das fêmeas, comprimento e altura do própodo do quelípodo direito (CPQ e APQ). As análises alométricas foram utilizadas para estimar o tamanho da maturidade sexual morfológica. As relações que melhor evidenciaram o tamanho da maturidade foram LA vs. LC para fêmeas e CPQ vs. LC para machos. Machos e fêmeas estão maduros morfologicamente, respectivamente com 15,2 e 12,1 mm de LC em Itamambuca e 13,5 e 11,2 mm de LC no manguezal do rio Ubatumirim. O crescimento alomético positivo da largura do abdomen de fêmeas está relacionado com o processo de incubação, enquanto a alometria positiva do quelípodo dos machos pode estar relacionada ao comportamento reprodutivo.

Descrição

Palavras-chave

Allometric growth, morphologic maturity, Crescimento alométrico, maturidade morfológica, manguezais

Como citar

Revista Brasileira de Zoologia. Curitiba, PR, Brazil: Sociedade Brasileira de Zoologia, v. 21, n. 1, p. 137-144, 2004.

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