Prevalência de infecção por Helicobacter pylori em crianças assintomáticas de Botucatu pelo teste respiratório da ureia

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Data

2021-10-01

Orientador

Kobayasi, Maria Aparecida Marchesan Rodrigues

Coorientador

Pós-graduação

Patologia - FMB

Curso de graduação

Título da Revista

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Editor

Universidade Estadual Paulista (Unesp)

Tipo

Dissertação de mestrado

Direito de acesso

Acesso abertoAcesso Aberto

Resumo

Resumo (português)

Contexto: A prevalência de infecção por Helicobacter pylori (H. pylori) está diminuindo globalmente, mas permanece alta nos países em desenvolvimento. Observamos previamente 52% de infecção por H. pylori em crianças e adolescentes com dispepsia não ulcerosa, o que nos motivou a investigar a prevalência de infecção por H. pylori em crianças assintomáticas da mesma região e avaliar os fatores de risco para infecção. Métodos: Estudo transversal analisou 161 crianças (5-13 anos), com idade média de 7.8 anos, de uma escola pública de Botucatu, estado de São Paulo, região sudeste do Brasil. O status da infecção por H. pylori foi determinado pelo teste respiratório da ureia e os fatores de risco investigados por questionário sócio demográfico. Resultados: A prevalência de infecção por H. pylori foi de 20.5%, sendo 18.7% meninas e 22.2% meninos. Os resultados da pesquisa sócio demográfica não mostraram diferenças entre crianças infectadas e não infectadas por H. pylori. Sintomas gastrointestinais prévios foram registrados em 30.9% crianças, e destas 26.5% apresentaram infecção por H. pylori. Históricos familiares de gastrite e úlcera péptica foram registrados em 50% e 32.3% crianças infectadas por H. pylori, respectivamente. Conclusão: A prevalência de infecção por H. pylori em crianças assintomáticas da região sudeste do Brasil é menor do que a registrada em crianças sintomáticas da mesma região e similar aos valores observados em países desenvolvidos.

Resumo (inglês)

Background: The prevalence of Helicobacter pylori (H. pylori) infection is decreasing worldwide, but is still high in developing countries. We have previously observed 52% of H. pylori infection in children and adolescents with chronic non ulcer dyspepsia. This prompted us to investigate the prevalence of H. pylori infection in asymptomatic children from the same region and to evaluate the risk factors for the infection. Method: This cross-sectional study analyzed 161 children (5-13 years), mean age 7.8 years, from a public school at Botucatu, São Paulo state, Southeastern Brazil. The status of H. pylori infection was determined by the urea breath test and the risk factors for acquisition of the infection were based on a socio demographic questionnaire. Results: The overall prevalence of H. pylori infection was 20.5%, being 18.7% females and 22.2% males. The results of the socio demographic survey did not differ between children infected and non-infected with H. pylori. Previous records of upper gastrointestinal symptoms were registered in 30.9% children and from these 26.5% presented H. pylori infection. Family history of gastritis and peptic ulcer disease was recorded in 50% and 32.3% of children with H. pylori infection respectively. Conclusion: The prevalence of H. pylori infection in asymptomatic children at southeastern Brazil is lower than that recorded in symptomatic children from the same region and similar to the prevalence of H. pylori infection observed in developed countries.

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Português

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