Na barriga do monstro: equipamentos coletivos insurgentes em uma universidade pública.

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Data

2018-10-11

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Universidade Estadual Paulista (Unesp)

Resumo

Esta pesquisa busca estudar modos de criação estético-ético-políticos de coletivos discentes de uma universidade pública do Estado de São Paulo, que questionam e reivindicam a ocupação política da universidade como espaço público. Estabelece como recorte metodológico temporal o ano de 2016, marcado por um intenso movimento de ocupação do campus por estudantes. Visa contribuir para reflexão sobre os modos de subjetivação que atravessam ativismos juvenis que se pautam por conexões entre insurgências estéticas, linhas de fuga, políticas emergentes, cuja diagramática requer uma analítica do presente. A tematização das insurgências híbridas nos coletivos de universidades públicas nos estudos estéticos e políticos é uma área emergente em diálogo entre Psicologia e clínica ampliada, uma vez que "toda análise, toda prática clínica é política, porque problematiza os lugares estabelecidos, as dicotomias naturalizadoras, porque questiona sobre os modos de constituição das instituições e dos sujeitos”. A especulação fabulativa, serve-se de figuras como monstro, ciborgue e floresta para narrar a ocupação política ocorrida no campus e os modos de habitar os espaços de criação e produção coletiva.
This present research intends to study the esthetical-ethical-political creation forms located in students' collectives in a public university in the state of São Paulo, which questions and claim the occupation of the university campus as a public space. It establishes as a methodological cut in time the year of 2016, marked by an intense movement of the campus occupation by its students. It aims to contribute to the reflection about the modes of subjectivation which crosses juvenile activisms based on connections on esthetical insurgencies, lines of flight, emergent politics whose diagrammatic requires an analytical of the present. The hybrid insurgencies on public universities students’ collectives thematization in esthetical and political studies constitutes an emergent field in the conversation about Psychology and its extended general practice, since 'every analysis, every clinical practice is political, because it problematizes the established places, the naturalizing dichotomies, because it questions about the modes of constitution of the institutions and human subjects'. Fabulative speculation uses figures such as monster, cyborg and forest to narrate the political occupation on the campus and the ways of inhabiting the spaces of creation and collective production.

Descrição

Palavras-chave

Psicologia Social,, subjetivações, coletivos, política

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