Handgrip and functional mobility in elderly with different levels of physical activity

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Data

2014-04-01

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Universidade de São Paulo

Resumo

The proportion of elderly people is growing worldwide and, with this, there is an increase of chronic-degenerative conditions such as impaired balance and falls. The physically active elderly tends to an improved response in muscle strength, flexibility and postural balance. The present study aimed to evaluate and compare the grip strength and mobility of elderly people with different levels of physical activity. The sample consisted of 44 elderly with 60 years or more, both sexes, divided in: 18 elderly practicing volleyball adapted (AVG), 13 elderly practicing some physical activity (AG) and 13 sedentary elderly (SG). Grip strength was assessed by a hydraulic dynamometer and mobility through the test "Timed Up and Go" (TUG). Data were evaluated using the Kolmogorov-Smirnov test, to check normality. The comparison of the results of the three groups was performed by ANOVA with Tukey post-test, with p<0.05. The results showed that grip strength (p=0.008) and mobility (p=0.003) were better to AVG when compared to the other groups. It is suggested that the sports practice implement the gains in functional mobility and strength when compared to purely non-specific exercise and inactivity.
A proporção de idosos está crescendo mundialmente e, com isso, observa-se aumento das condições crônico-degenerativas, como a diminuição do equilíbrio e as quedas. O idoso ativo fisicamente tende a apresentar uma melhora da resposta na força muscular, na flexibilidade e no equilíbrio postural. O presente estudo teve como objetivo avaliar e comparar a força de preensão palmar e a mobilidade de idosos com diferentes níveis de atividade física. A amostra foi composta por 44 idosos, com 60 anos e mais, de ambos os sexos, divididos em: 18 idosos praticantes de vôlei adaptado para a terceira idade (GVA), 13 idosos ativos (GA) praticantes de alguma atividade física e 13 idosos sedentários (GS). A força de preensão foi avaliada por um dinamômetro hidráulico e a mobilidade por meio do teste "Timed Up and Go" (TUG). Os dados foram avaliados pelo teste de Kolmogorov-Smirnov, para verificação da normalidade. Os dados foram comparados usando o teste ANOVA com pós-teste de Tukey, com p<0,05 como significante. Os resultados mostraram que a força de preensão (p=0,008) e a mobilidade (p=0,01) foram melhores para o GVA, quando comparado aos outros grupos. Sugere-se que a prática esportiva implementaria os ganhos na mobilidade funcional e na força, quando comparada puramente a exercício físico não específico e ao sedentarismo.
La proporción de ancianos está aumentando en todo el mundo, y con ello, se produjo un aumento de las enfermedades degenerativas crónicas, como trastornos del equilibrio y las caídas. El anciano físicamente activo tiende a mostrar una mejora de la respuesta en la fuerza muscular, en la flexibilidad y el equilibrio postural. El presente estudio tuvo como objetivo evaluar y comparar la fuerza de prensión palmar y la movilidad de mayores con diferentes niveles de actividad física. La muestra fue constituida por 44 adultos mayores de 60 años y más, de ambos sexos, divididos en: 18 mayores practicantes de voleibol adaptado para las personas mayores (GVA), 13 ancianos activos (GA) practicantes de alguna actividad física y 13 ancianos sedentarios (GS). La fuerza de prensión fue evaluada mediante un dinamómetro hidráulico y la movilidad por medio del exáman "Timed Up and Go" (TUG). Los datos fueron evaluados mediante el exámen de Kolmogorov-Smirnov, para comprobar la normalidad. Los datos fueron comparados utilizando el exámen ANOVA con pos exámen Tukey, con p<0,05 como significante. Los resultados mostraron que la fuerza de prensión (p=0,008) y la movilidad (p=0,003) fueron mejores para el GVA en comparación con los otros grupos. Se sugiere que la práctica de deportes implementaría las mejoras en la movilidad y la fuerza,cuando comparada únicamente al ejercicio física no específico y al sedentarismo.

Descrição

Palavras-chave

Força Muscular, Atividade Motora, Envelhecimento, Muscle Strength, Motor Activity, Aging

Como citar

Fisioterapia e Pesquisa. Universidade de São Paulo, v. 21, n. 2, p. 151-155, 2014.