Influência da Diabetes Mellitus na mineralização do MTA Branco

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Data

2015-08-18

Autores

Gonçalves, Larissa de Oliveira [UNESP]

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Editor

Universidade Estadual Paulista (Unesp)

Resumo

Objective: The objective of this study was to evaluate the influence of diabetes mellitus on tissue response and mineralization capacity of the MTA Angelus Branco®. Methods: Twenty-four Wistar rats were divided into two groups: normal and diabetic. The induction of diabetes was performed by application of alloxan. Each animal received two implants polyethylene pipes in the dorsal region, containing the test material and one empty tube as control. Results: After 7:30 days of implantation, six animals from each group were killed and the specimens removed and processed for histological analysis by hematoxylin and eosin, Von Kossa and polarized light. The evaluation criterion was 0: none or few cells and no reaction; 1: less than 25 cells and mild reaction; 2: between 25 and 125 cells and moderate reaction; 3: 125 or more cells and severe reaction. Fibrous capsule was considered thin when <150μm thick when> 150μm. Mineralization presence was recorded as present or absent. The control, at 07 and 30 days was observed in both groups, normal and diabetic, a mild inflammatory response, the absence of birefringent structures polarized light and mineralization areas. The specimens containing the tube with MTA white submitted to 07 days in normal and diabetic group, a mild inflammatory response with a reduction over time. Structures birefringent polarized light and mineralization areas were found at all times and evaluated in both groups. A mild inflammatory response, mineralization areas and structures birefringent under polarized light for the independent White MTA of diabetic condition on the 30th day was found. Conclusion: The research shows that diabetes mellitus did not influence the tissue response and cement mineralization capacity to White MTA base
Objetivo: O objetivo deste estudo foi avaliar a influência da diabetes mellitus na resposta tecidual e na capacidade de mineralização do MTA Angelus Branco®. Materiais e métodos: Vinte e quatro ratos Wistar foram divididos em dois grupos: normal e diabético. A indução da diabetes foi realizada por meio da aplicação do Aloxano. Cada animal recebeu dois implantes de tubos de polietileno na região dorsal, um contendo o material testado e mais um tubo vazio como controle. Resultados: Após 07 e 30 dias da implantação, seis animais de cada grupo foram mortos e os espécimes removidos e processados para análise histológica em hematoxilina e eosina, Von Kossa e luz polarizada. O critério de avaliação foi de 0: nenhuma ou poucas células e nenhuma reação; 1: menos de 25 células e reação leve; 2: entre 25 e 125 células e reação moderada; 3: 125 ou mais células e severa reação. Cápsula fibrosa foi considerada fina quando <150μm e espessa quando >150μm. Presença de mineralização foi registrada como presente ou ausente. O controle, aos 07 e 30 dias, observou-se em ambos os grupos, normal e diabético, uma resposta inflamatória leve, ausência de estruturas birrefringente a luz polarizada e de áreas de mineralização. Os espécimes que continham o tubo com MTA Branco apresentou aos 07 dias, no grupo normal e diabético, uma resposta inflamatória moderada com redução com o tempo. Estruturas birrefringentes a luz polarizada e áreas de mineralização foram encontradas, em todos os tempos avaliados e em ambos os grupos. No 30o dia foi encontrada uma resposta inflamatória leve, áreas de mineralização e estruturas birrefringentes à luz polarizada para o MTA Branco independente da condição diabética. Conclusão: A pesquisa aponta que a diabetes mellitus não influenciou na resposta tecidual e na capacidade de mineralização do cimento a base MTA Branco

Descrição

Palavras-chave

Diabetes mellitus, Endodontia, Teste de materiais

Como citar

GONÇALVES, Larissa de Oliveira. Influência da Diabetes Mellitus na mineralização do MTA Branco. 2015. 29 f. Trabalho de conclusão de curso (bacharelado - Odontologia) - Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho, Faculdade de Odontologia de Araçatuba, 2015.