Strongyloides venezuelensis infection susceptibility of seven inbred strains of mice

dc.contributor.authorAmarante, Alessandro Francisco Talamini do [UNESP]
dc.contributor.authorOliveira-Sequeira, T.C.G. [UNESP]
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual Paulista (Unesp)
dc.date.accessioned2014-05-20T13:52:57Z
dc.date.available2014-05-20T13:52:57Z
dc.date.issued2002-06-01
dc.description.abstractFoi investigada a susceptibilidade de sete linhagens isogênicas de camundongos à infecção experimental, primária e secundária, por Strongyloides venezuelensis a fim de servir de base para estudos genéticos sobre a resistência. Foram utilizados 12 camundongos machos, com seis semanas de idade, das seguintes linhagens isogênicas: A/J, BALB/c, CBA/J, C3H/Hepos, C57BL/6, DBA/2 e NIH. Os animais foram inoculados, via sub-cutânea, com 2000 larvas infectantes. As contagens médias (± desvio padrão) de parasitas no intestino delgado dos camundongos seis dias após a infecção, em ordem crescente, foram: 28 (± 19) na linhagem NIH; 647 (± 228) na BALB/c; 709 (± 425) na DBA/2; 731 (± 151) na C3H/Hepos, 801 (± 174) na CBA/J; 1024 (± 267) na C57BL/6 e 1313 (± 483) na A/J. Os camundongos C57BL/6 apresentaram as mais elevadas contagens de ovos de S. venezuelensis por grama de fezes (OPG) e os NIH, as mais baixas. Não foram detectados ovos nos exames de fezes e não foram encontrados parasitas no intestino delgado dos animais re-infectados 14 dias após a infecção primária. A linhagem NIH apresentou elevada resistência contra as infecções primárias por S. venezuelensis. Entre as outras seis linhagens, uma das mais susceptíveis foi a linhagem C57BL/6.pt
dc.description.abstractA trial was carried out to investigate the susceptibility of seven strains of mice to Strongyloides venezuelensis primary and secondary experimental infections, in order to provide the basis for genetic studies about resistance. Twelve six-week-old male inbred mice of the A/J, BALB/c, CBA/J, C3H/Hepos, C57BL/6, DBA/2 and NIH strains were infected s.c. with 2000 infective larvae. The mean worm counts (± SD) in the small intestine six days after infection were, in increasing order: 28 (± 19) in NIH; 647 (± 228) in BALB/c; 709 (± 425) in DBA/2; 731 (± 151) in C3H/Hepos, 801 (± 174) in CBA/J; 1024 (± 267) in C57BL/6 and 1313 (± 483) in A/J. C57BL/6 mice showed the highest fecal egg counts and NIH, the lowest. No eggs in fecal exams or nematodes in small intestines were recovered from animals reinfected 14 days after primary infection. NIH strain was highly resistant to primary infection by S. venezuelensis. The most susceptible of the other six strains appeared to be the C57BL/6 strain which presented a high nematode counting in intestine and the highest egg output.en
dc.description.affiliationUniversidade Estadual Paulista IB Departamento de Parasitologia
dc.description.affiliationUnespUniversidade Estadual Paulista IB Departamento de Parasitologia
dc.format.extent273-278
dc.identifierhttp://dx.doi.org/10.1590/S0102-09352002000300009
dc.identifier.citationArquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia. Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Veterinária, v. 54, n. 3, p. 273-278, 2002.
dc.identifier.doi10.1590/S0102-09352002000300009
dc.identifier.issn0102-0935
dc.identifier.lattes2677231663329706
dc.identifier.scieloS0102-09352002000300009
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11449/18892
dc.language.isoeng
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Escola de Veterinária
dc.relation.ispartofArquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia
dc.relation.ispartofjcr0.286
dc.relation.ispartofsjr0,248
dc.rights.accessRightsAcesso aberto
dc.sourceSciELO
dc.subjectStrongyloides venezuelensispt
dc.subjectcamundongopt
dc.subjectisogênicopt
dc.subjectresistênciapt
dc.subjectStrongyloides venezuelensisen
dc.subjectmiceen
dc.subjectinbreden
dc.subjectresistanceen
dc.titleStrongyloides venezuelensis infection susceptibility of seven inbred strains of miceen
dc.title.alternativeSusceptibilidade de sete linhagens isogênicas de camundongos à infecções por Strongyloides venezuelensispt
dc.typeArtigo
unesp.author.lattes2677231663329706[1]
unesp.author.orcid0000-0003-3995-5501[1]
unesp.campusUniversidade Estadual Paulista (Unesp), Instituto de Biociências, Botucatupt

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