Variabilidade isoenzimática em oito raças de milho

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Data

1999-01-01

Autores

VALENTE, SÉRGIO EMÍLIO DOS SANTOS [UNESP]
GIMENES, MARCOS APARECIDO [UNESP]
LOPES, CATALINA ROMERO [UNESP]

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Editor

Instituto Agronômico de Campinas

Resumo

Com o objetivo de avaliar a variabilidade genética e as relações de afinidade entre dezenove populações de oito raças de milho (Zea mays L.) - as comerciais antigas Cateto Sulino, Cateto Sulino Grosso, Cateto Nortista e Canario de Ocho, e as raças indígenas Moroti, Lenha, Entrelaçado e Caingang - analisaram-se os seguintes sistemas enzimáticos: glutamato oxalacetato transaminase (GOT), esterase (EST) e malato desidrogenase (MDH). Observou-se maior semelhança entre as raças pertencentes a um mesmo grupo, mas as populações analisadas não se agruparam de acordo com as raças, classificadas anteriormente segundo caracteres morfológicos. Os sistemas enzimáticos utilizados não permitiram a caracterização individual de cada uma das raças analisadas. As indígenas apresentaram maior variabilidade do que as comerciais antigas quanto ao número de alelos por loco e à porcentagem de locos polimórficos.
The objective of this study was to evaluate the genetic variability and affinity relationships among eight races of maize (Zea mays L.): four ancient varieties (Cateto Sulino, Cateto Sulino Grosso, Cateto Nortista and Canario de Ocho) and four indigenous (Moroti, Lenha, Entrelaçado and Caingang), through isoenzymatic polymorphisms. The following isoenzymatic systems were evaluated: Glutamate Oxaloacetate Transaminase (GOT), Esterase (EST) and Malate Dehydrogenase (MDH). It was observed a higher identity among races belonging to the same racial group; however, populations within each race were not grouped according, to previous morphological classification. Indigenous races showed higher average number of alleles per loci and percentage of polymorphic loci than the ancient varieties. This fact might be due to the selection the ancient varieties had been gone through.

Descrição

Palavras-chave

Zea mays L., variabilidade genética, eletroforese de isoenzimas, Zea mays L., genetic variability, isoenzyme electrophoresis

Como citar

Bragantia. Instituto Agronômico de Campinas, v. 58, n. 1, p. 29-31, 1999.