Análise da produção máxima e da sustentabilidade do torque isométrico em indivíduos treinados e não treinados
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Data
Autores
Orientador
Greco, Camila Coelho 

Coorientador
Não há
Pós-graduação
Curso de graduação
Rio Claro - IB - Educação Física
Título da Revista
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Editor
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Tipo
Trabalho de conclusão de curso
Direito de acesso
Acesso aberto

Resumo
Resumo (português)
O objetivo deste estudo foi analisar e comparar a força máxima, a força explosiva, a sustentabilidade da força e a fadiga muscular em atletas de CrossFit® e indivíduos não treinados. Participaram 17 homens saudáveis, com idades entre 18 e 40 anos, divididos em grupo não treinado (GNT, n = 11) e grupo treinado em CrossFit® (GT, n = 6). Foram realizadas medidas antropométricas, ultrassonográficas, testes de contração voluntária máxima (CVM) e teste de contração voluntária máxima sustentada de 1 min (CVM1min), além de parâmetros eletromiográficos e de fadiga neuromuscular. Os resultados mostraram que o GT apresentou maiores valores de torque pico, impulso total e área de secção transversa do vasto lateral, bem como menor fadigabilidade (ΔCVM1min), em comparação ao GNT (p < 0,05). Em ambos os grupos, observou-se redução significante no torque evocado em repouso, na taxa de desenvolvimento de torque e na frequência mediana após o teste de CVM1min (p < 0,05), indicando predominância da fadiga periférica. Não foram observadas diferenças relevantes na ativação voluntária ou nos valores de RMS entre grupos (p > 0,05). Conclui-se que o treinamento de CrossFit® promove adaptações morfológicas e funcionais que favorecem maior produção e manutenção da força muscular, embora não modifique os mecanismos centrais de fadiga. Esses achados mostram que indivíduos treinados em CrossFit® apresentam maior produção e sustentação do torque durante uma contração máxima isométrica com duração de 1 minuto
Resumo (inglês)
The aim of this study was to analyze and compare maximum strength, explosive strength, strength sustainability, and muscle fatigue in CrossFit® athletes and untrained individuals. Seventeen healthy men, aged 18 to 40 years, participated, divided into an untrained group (UTG, n = 11) and a CrossFit® trained group (TG, n = 6). Anthropometric and ultrasound measurements, maximal voluntary contraction (MVC) tests, and a 1-minute sustained maximal voluntary contraction test (MVC1min) were performed, in addition to electromyographic and neuromuscular fatigue parameters. The results showed that the TG presented higher values of peak torque, total impulse, and cross-sectional area of the vastus lateralis, as well as lower fatigability (ΔMVC1min), compared to the UTG (p < 0.05). In both groups, a significant reduction was observed in evoked torque at rest, torque development rate, and median frequency after the 1-minute MVC test (p < 0.05), indicating a predominance of peripheral fatigue. No relevant differences were observed in voluntary activation or RMS values between groups (p > 0.05). It is concluded that CrossFit® training promotes morphological and functional adaptations that favor greater production and maintenance of muscle strength, although it does not modify the central mechanisms of fatigue. These findings show that individuals trained in CrossFit® exhibit greater torque production and maintenance during a maximal isometric contraction lasting 1 minute
Descrição
Palavras-chave
Força muscular, Endurance muscular, Fadiga, Muscle strenght, Muscle endurance, Fatigue
Idioma
Português


