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Presença de abelhas africanizadas em áreas urbanas: estratégias para redução de acidentes

dc.contributor.authorOrsi, Ricardo de Oliveira [UNESP]Zaluski, Rodrigo [UNESP]
dc.contributor.authorKadri, Samir Moura [UNESP]
dc.contributor.authorContin Neto, Armando Carlos [UNESP]
dc.contributor.authorVeiga, Alex Garcia Castilho [UNESP]
dc.contributor.authorSilva, Juliane Reis Campanucci da [UNESP]
dc.contributor.authorSilva, Valdinei Moraes Campanucci da [UNESP]
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual Paulista (Unesp)
dc.date.accessioned2017-01-02T15:39:37Z
dc.date.available2017-01-02T15:39:37Z
dc.date.issued2013
dc.description.abstractA grande dispersão e adaptação das abelhas africanizadas nas Américas trouxe diversos efeitos positivos para economia, aumentando a produção apícola, além de beneficiar a polinização de culturas agrícolas e vegetação nativa. Entretanto, também ocorreu o aumento do número de acidentes em áreas rurais e urbanas devido ao elevado comportamento defensivo destes híbridos. O veneno das abelhas (apitoxina) é capaz de provocar sérias injúrias aos acidentados, podendo provocar a morte. Desta forma, estratégias de controle desses enxames em áreas urbanas são de extrema importância para redução de acidentes. O objetivo deste trabalho foi estudar a dispersão das abelhas africanizadas (AHB) em áreas urbanas e discutir as estratégias para redução de acidentes, tendo como base o trabalho de monitoramento epidemiológico realizado na cidade de Botucatu, São Paulo, Brasil. O trabalho foi desenvolvido a partir de uma parceria entre a Secretaria Municipal de Saúde - Vigilância em Saúde Ambiental de Botucatu e o Setor de Apicultura da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia - FMVZ - UNESP. Todas as ocorrências de enxames de abelhas africanizadas em áreas urbanas foram comunicadas pela população por meio de telefonemas, onde eram registrados os nomes dos solicitantes, endereço, telefone, data e locais onde estavam os enxames. Em seguida, os enxames eram retirados e utilizados para fins de ensino, pesquisa e produção. Foram registradas 1.164 ocorrências, das quais 603 (51,8%) eram enxames nidificados e 561 (48,2%) transitórios. Do total de ocorrências foram coletados 422 enxames (36,2%), sendo 227 nidificados (37,7%) e 195 transitórios (34,8%). Grande parte dos enxames estava localizada em materiais abandonados (444; 38,1%), árvores (251; 21,5%), telhados de casas (238; 20,5%), e construções (231; 19,9%). O pico de enxameação ocorreu entre fevereiro e março, período em que a divulgação de estratégias para evitar acidentes deve ser intensificada. Dentre as estratégias propostas para evitar acidentes destacam-se a orientação da população para evitar o abandono de materiais que podem servir de refúgio aos enxames; providenciar vedação adequada de construções para evitar o alojamento de enxames; prestar atenção à movimentação constante de abelhas; manter distância dos locais ocupados por enxames de abelhas africanizadas e procurar serviço especializado para realizar a retirada dos mesmos. Uma medida preventiva para evitar a instalação de enxames e reduzir o risco de acidentes seria efetuar a instalação de caixas isca em áreas urbanas. A realização e divulgação do presente trabalho contribuíram para determinar o período de enxameação e locais preferencialmente ocupados por enxames de abelha de abelhas africanizadas em áreas urbanas, permitindo sua retirada com segurança.pt
dc.description.affiliationUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Departamento de Produção Animal, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia de Botucatu
dc.description.affiliationUnespUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Departamento de Produção Animal, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia de Botucatu
dc.format.extent09680
dc.identifierhttp://www.inscricoes.fmb.unesp.br/publicacao.asp?codTrabalho=OTY4MA==
dc.identifier.citationCONGRESSO DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA, 7., 2013, Águas de Lindólia. Anais... São Paulo: PROEX; UNESP, 2013, p. 09990
dc.identifier.file2013-09680-veiga.pdf
dc.identifier.lattes9321850467475766
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11449/146801
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Estadual Paulista (Unesp)
dc.relation.ispartofCongresso de Extensão Universitária
dc.rights.accessRightsAcesso aberto
dc.sourcePROEX
dc.subjectApiculturapt
dc.subjectComportamentopt
dc.subjectDispersãopt
dc.subjectAcidentespt
dc.subjectPrevençãopt
dc.titlePresença de abelhas africanizadas em áreas urbanas: estratégias para redução de acidentespt
dc.typeTrabalho apresentado em evento
dspace.entity.typePublication
relation.isOrgUnitOfPublication9ca5a87b-0c83-43fa-b290-6f8a4202bf99
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unesp.author.lattes9321850467475766
unesp.campusUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Botucatupt
unesp.departmentProdução Animal - FMVZpt

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