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“Estranhos” na Escola Médica: experiências indígenas em cursos de medicina de universidades federais brasileiras

dc.contributor.authorLuna, Willian Fernandes
dc.contributor.authorPaladino, Mariana
dc.contributor.authorCyrino, Eliana Goldfarb [UNESP]
dc.contributor.institutionUniversidade Federal de São Carlos
dc.contributor.institutionUniversidade Federal Fluminense
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
dc.date.accessioned2025-04-29T18:06:48Z
dc.date.issued2024-12-16
dc.description.abstractNas últimas décadas, ações afirmativas possibilitaram o acesso de indígenas na graduação de medicina, historicamente ocupada por pessoas brancas e de renda familiar elevada. Esta pesquisa analisou experiências de alteridade experienciadas por indígenas em escolas médicas federais. Trata-se de estudo exploratório, com abordagem qualitativa, com uso de entrevistas e rodas de conversa, com participação de 40 estudantes de 15 cursos. Foram quatro categorias de análise: encontro dos “estranhos” com a escola médica; diferenças e desigualdades; relações com estudantes e professores; conflitos e transformações. Percebeu-se que as escolas médicas são pouco acolhedoras aos indígenas, com práticas de racismo, intolerância e tutela, quando suas diferenças se tornam desigualdades, consequências de processos estruturais dessas instituições e da sociedade brasileira. A presença indígena nos cursos de medicina revela desigualdades sociais, provoca conflitos e transformações iniciais, apontando caminhos para pluralidade e justiça social, bem como possibilidades para uma educação médica com visibilidade e ações para a saúde dos povos indígenas.pt
dc.description.affiliationUniversidade Federal de São Carlos, Departamento de Medicina
dc.description.affiliationUniversidade Federal Fluminense, Faculdade de Educação
dc.description.affiliationUniversidade Estadual Paulista, Faculdade de Medicina de Botucatu
dc.description.affiliationUnespUniversidade Estadual Paulista, Faculdade de Medicina de Botucatu
dc.description.sponsorshipFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
dc.description.sponsorshipIdFAPESP: 2019/09426-7
dc.format.extent-
dc.identifierhttp://dx.doi.org/10.1590/1413-812320242912.14582023
dc.identifier.citationCiência & Saúde Coletiva. ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva, v. 29, n. 12, p. -, 2024.
dc.identifier.doi10.1590/1413-812320242912.14582023
dc.identifier.fileS1413-81232024001200206.pdf
dc.identifier.issn1413-8123
dc.identifier.issn1678-4561
dc.identifier.scieloS1413-81232024001200206
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/11449/297499
dc.language.isopor
dc.publisherABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
dc.relation.ispartofCiência & Saúde Coletiva
dc.rights.accessRightsAcesso abertopt
dc.sourceSciELO
dc.subjectEducação Médicapt
dc.subjectPovos indígenaspt
dc.subjectAções afirmativaspt
dc.subjectPopulações Desiguais em Saúdept
dc.subjectSaúde indígenapt
dc.title“Estranhos” na Escola Médica: experiências indígenas em cursos de medicina de universidades federais brasileiraspt
dc.typeArtigopt
dspace.entity.typePublication
relation.isOrgUnitOfPublicationa3cdb24b-db92-40d9-b3af-2eacecf9f2ba
relation.isOrgUnitOfPublication.latestForDiscoverya3cdb24b-db92-40d9-b3af-2eacecf9f2ba
unesp.author.orcid0000-0003-2314-128X[1]
unesp.author.orcid0000-0002-0671-0260[2]
unesp.author.orcid0000-0002-6526-3528[3]
unesp.campusUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Medicina, Botucatupt

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