Publicação: O segundo concerto para piano e orquestra de Béla Bartók: indagações formais
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Data
2020-03-20
Autores
Orientador
Cáznok, Yara Borges 

Coorientador
Pós-graduação
Música - IA
Curso de graduação
Título da Revista
ISSN da Revista
Título de Volume
Editor
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Tipo
Tese de doutorado
Direito de acesso
Acesso aberto

Resumo
Resumo (português)
O objeto de pesquisa desta Tese é o 2 o . Concerto para Piano e Orquestra de Béla Bartók (1881-1945), composto em 1931. Após a contextualização da obra, apresentamos uma análise musical. Nossa perspectiva dialoga com duas principais correntes analíticas: a Teoria da Forma Sonata (Hepokoski e Darcy, Caplin e Schmalfeldt) e as Teorias Pós-tonais (Antokoletz e Straus). A análise concentrou-se no 1 o . Movimento que, segundo o compositor, possuiria a Forma Sonata. Partindo desta declaração, procuramos compreender como opera, formalmente, a dinâmica entre ideias temáticas, motivos, coleções referenciais, relações contrapontísticas e texturais, e direcionalidade. O modelo da Forma Sonata foi colocado em discussão, realçando seus limites, sua maleabilidade e seus pontos de tensão, à luz dos procedimentos formais encontrados neste 1 o . Movimento. Os resultados analíticos descritos textualmente apresentam-se sintetizados por meio de gráficos, considerados parte integrante do procedimento metodológico.
Resumo (inglês)
Béla Bartók’s (1881-1945) Concerto No. 2 for Piano and Orchestra, composed in 1931, is the primary focus of this thesis. Following the contextualization of the work, we present a musical analysis. Our aim is to bring together two analytical currents: the Sonata Theory (Hepokoski and Darcy, Caplin and Schmalfeldt) and Post-tonal Theories (Antokoletz and Straus). The analysis focuses on the First Movement, which according to the composer, is in Sonata Form. Based on his statement, we intend to understand how thematic ideas, motifs, referential collections, counterpoints, directionality, and texture interact against a formal background. We discuss the Sonata Form, highlighting its limitations, malleability, and points of tension, in light of the formal procedures found in the First Movement. The descriptions of analytical results are supported by graphs, which are considered an integral part of the methodology.
Descrição
Idioma
Português