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Efeito de ligante sintético da proteína espermática EPPIN na reação acrossômica de espermatozoides murinos

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Orientador

Silva, Erick José Ramo

Coorientador

Fernandes, Célio Junior da Costa

Pós-graduação

Curso de graduação

Botucatu - IBB - Ciências Biomédicas

Título da Revista

ISSN da Revista

Título de Volume

Editor

Universidade Estadual Paulista (Unesp)

Tipo

Trabalho de conclusão de curso

Direito de acesso

Acesso restrito

Resumo

A proteína espermática EPPIN (Epididymal protease inhibitor) é um potencial alvo para a contracepção masculina por ser um centro de interações proteicas essenciais para o controle da motilidade espermática. Após a ejaculação, a proteína seminal semenogelina-1 (SEMG1) se liga à proteína EPPIN e inibe os eventos decorrentes da capacitação espermática, como motilidade progressiva, hiperativação e reação acrossômica, no trato reprodutor feminino. O antígeno prostático específico (PSA – do inglês, prostatic specific antigen) cliva a SEMG1, permitindo que os espermatozoides retomem suas funções e estejam aptos para fertilizar o oócito. Uma proteína ortóloga à SEMG1 humana foi encontrada em murinos machos, a SVS2, tornando-os um bom modelo experimental para o estudo de interações com a proteína EPPIN, que exibe cerca de 80% de conservação com humanos. Em busca de um contraceptivo masculino eficaz e reversível baseado na ligação com a EPPIN, pequenas moléculas sintéticas análogas à SEMG1 têm sido investigadas. Dentre estas, destacamos o composto sa-SEMG1 (nomenclatura codificada por questões de propriedade intelectual), que se revelou capaz de inibir a motilidade de espermatozoides de macacos de forma segura e reversível. Estudos do nosso grupo revelaram que a incubação de espermatozoides murinos com diferentes concentrações do composto sa-SEMG1 durante a capacitação foi capaz de inibir significativamente a motilidade progressiva. A reação acrossômica é a exocitose de enzimas capazes de digerir componentes da zona pelúcida, evento que caracteriza a capacitação e é imprescindível para a fertilização. Buscando consolidar os efeitos deste composto sobre a reação acrossômica, incubamos espermatozoides murinos em diferentes concentrações de sa-SEMG1. Observamos que o composto não foi capaz de modular as taxas de reação acrossômica de espermatozoides murinos capacitados ou não in vitro. Assim sendo, os efeitos observados sobre a reação acrossômica de espermatozoides murinos quando incubados com SEMG1 não foram refletidos após incubação com ligante sintético mimético à proteína endógena.

Descrição

Palavras-chave

Capacitação espermática, Reação acrossômica, Contracepção masculina, Interação proteína-proteína

Idioma

Português

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