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dc.contributor.authorCarvalho, Clodomir S. C. de [UNESP]
dc.contributor.authorViveiros, Magda Massae Hata [UNESP]
dc.contributor.authorSchellini, Silvana Artioli [UNESP]
dc.contributor.authorCandeias, João Manoel Grisi [UNESP]
dc.contributor.authorPadovani, Carlos Roberto [UNESP]
dc.date.accessioned2014-05-20T13:36:29Z
dc.date.available2014-05-20T13:36:29Z
dc.date.issued2007-03-01
dc.identifierhttp://dx.doi.org/10.1590/S0004-27492007000200010
dc.identifier.citationArquivos Brasileiros de Oftalmologia. Conselho Brasileiro de Oftalmologia, v. 70, n. 2, p. 235-238, 2007.
dc.identifier.issn0004-2749
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11449/12561
dc.description.abstractOBJETIVO: Avaliar a taxa de proliferação de fibroblastos provenientes de pterígios recidivados e da cápsula de Tenon normal, quando expostos in vitro ao tacrolimus (FK 506). MÉTODOS: Foi realizado estudo prospectivo, controlado, avaliando-se 8 amostras de explantes de cápsula de Tenon de pterígios recidivados e 6 de cápsula de Tenon normal, obtidas na Faculdade de Medicina de Botucatu - UNESP. A cápsula de Tenon normal foi colhida da região temporal inferior, do mesmo portador de pterígio. As amostras foram cultivadas em meio específico e posteriormente expostas ao tacrolimus 1M (FK 506), em única exposição, com avaliação da taxa de proliferação celular 1, 5, 12 e 19 dias após a exposição. RESULTADOS: Avaliando-se a proliferação dos fibroblastos provenientes de cápsula de Tenon de pterígios recidivados e da cápsula de Tenon normal, os fibroblastos expostos ao tacrolimus tiveram taxa de proliferação significativamente menor (p<0,05) do que quando não houve exposição a droga, quando a avaliação foi feita 1 dia após a exposição. Quando a avaliação foi feita 19 dias após a exposição, a taxa de proliferação foi maior nos grupos expostos a droga. CONCLUSÃO: Os fibroblastos provenientes da cápsula de Tenon de pterígios recidivados apresentaram taxa de proliferação significativamente menor um dia após a exposição ao tacrolimus. Novos estudos devem ser realizados para definir dose e tempo de exposição dos fibroblastos a droga, com o intuito de definir se o tacrolimus pode ser útil como tratamento coadjuvante do pterígio.pt
dc.description.abstractPURPOSE: To evaluate fibroblast proliferation activity of normal Tenon's capsule and of recurrent pterygia exposed in vitro to tacrolimus (FK506). METHODS: A randomized prospective study was performed with 8 samples of recurrent pterygia and 6 samples of normal Tenon's capsule from the same patient with pterygium at the Faculdade de Medicina de Botucatu - UNESP. The samples were cultivated and exposed once to 1M tacrolimus (FK 506) and the proliferation rate was evaluated 1, 5, 12 and 19 days after the exposure. The data were statistically analyzed. RESULTS: The fibroblasts from pterygia exposed in vitro to tacrolimus had a significantly lower proliferation rate than controls after one day of exposure (p<0.05). Nineteen days after exposure to tacrolimus, exposed cells proliferated more than the non-exposed. CONCLUSION: Tacrolimus is effective to inhibit proliferation of Tenon's capsule fibroblasts from pterygia one day after exposure. Further studies are needed to define the role of tacrolimus in pterygium treatment.en
dc.format.extent235-238
dc.language.isopor
dc.publisherConselho Brasileiro de Oftalmologia
dc.relation.ispartofArquivos Brasileiros de Oftalmologia
dc.sourceSciELO
dc.subjectPterígiopt
dc.subjectFibroblastospt
dc.subjectTécnicas de cultura de célulaspt
dc.subjectProliferação de célulaspt
dc.subjectRecidivapt
dc.subjectTracolimuspt
dc.subjectPterygiumen
dc.subjectFibroblastsen
dc.subjectCell culture techniquesen
dc.subjectCell proliferationen
dc.subjectRecurrenceen
dc.subjectTacrolimusen
dc.titleExposição de fibroblastos provenientes de pterígios recidivados e da cápsula de Tenon normal ao tacrolimus (FK-506)pt
dc.title.alternativeFibroblasts from recurrent pterygium and normal Tenon's capsule exposed to tacrolimus (FK-506)en
dc.typeArtigo
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
dc.description.affiliationUniversidade Estadual Paulista Júlio Mesquita Filho Faculdade de Medicina Departamento de Oftalmologia, Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço
dc.description.affiliationUNESP
dc.description.affiliationUNESP Faculdade de Medicina Departamento de Oftalmologia, Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço
dc.description.affiliationUNESP Faculdade de Medicina Departamento de Imunologia
dc.description.affiliationUNESP Instituto de Biociências Departamento de Bioestatística
dc.description.affiliationUnespUniversidade Estadual Paulista Júlio Mesquita Filho Faculdade de Medicina Departamento de Oftalmologia, Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço
dc.description.affiliationUnespUNESP
dc.description.affiliationUnespUNESP Faculdade de Medicina Departamento de Oftalmologia, Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço
dc.description.affiliationUnespUNESP Faculdade de Medicina Departamento de Imunologia
dc.description.affiliationUnespUNESP Instituto de Biociências Departamento de Bioestatística
dc.identifier.doi10.1590/S0004-27492007000200010
dc.identifier.scieloS0004-27492007000200010
dc.rights.accessRightsAcesso aberto
unesp.campusUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Instituto de Biociências, Botucatupt
unesp.campusUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Medicina, Botucatupt
dc.identifier.fileS0004-27492007000200010.pdf
dc.identifier.lattes9420249100835492
dc.identifier.lattes8727897080522289
dc.identifier.orcid0000-0003-1515-702X
unesp.author.lattes9420249100835492
unesp.author.lattes8727897080522289
unesp.author.orcid0000-0003-1515-702X[4]
dc.relation.ispartofjcr1.026
dc.relation.ispartofsjr0,518
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