A lógica-categorial da crítica de Marx à “metafísica- econômica” (1842-1848)

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Data

2021-09-13

Orientador

Verissimo, Danilo Saretta

Coorientador

Pós-graduação

Psicologia - FCLAS

Curso de graduação

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Editor

Universidade Estadual Paulista (Unesp)

Tipo

Tese de doutorado

Direito de acesso

Acesso abertoAcesso Aberto

Resumo

Resumo (português)

O objetivo é apresentar a hipótese de que alguns aspectos dos primeiros textos marxianos formalizam uma crítica ao “método econômico-metafísico [ökonomisch-metaphysischen Methode]”. O que há de metafísico na economia política é a dobra da especificidade capitalista sobre a análise e a apresentação dessa determinação como alheia à sociabilidade que a coloca. A exposição da sobreposição da lógica da relação-capital à sua explicação “materializa” a crítica marxiana à metafísica. No caso marxiano, a exposição é a crítica na medida em que se dá a partir da compreensão de que as formas carregam nelas mesmas a especificidade da abstração que caracteriza a relação social que as coloca e que por elas se reproduz. Os textos escolhidos para análise são “As tratativas da Sexta Dieta Renana (1842)”, “Os Manuscritos de 1844” e “Miséria da filosofia (1847)”. Os argumentos se fundamentam nas leituras de Rubin (1987, 2014), Pachukanis (2017), Moseley (2004, 2014, 2016), Smith (1990), Arthur (2004), Grespan (2012, 2019), Kurz (2014), Sekine (1997a, 1997b), Silva (1970/2017), Musto (2015, 2018, 2019, 2020a, 2020b).

Resumo (inglês)

The aim is to present the hypothesis that some aspects of Marx’s early texts formalize a critique of the “economico-metaphysical method [ökonomisch-metaphysischen Methode]”. What is metaphysical in political economy is the overlapping of the capitalist specificity over the analysis and the presentation of this determination as external to the sociability that creates it. Exposing the overlapping of the logic of the capital-relation over its explanation “materializes” the marxian critique of metaphysics. In the marxian case, the exposition is the critique insofar as it takes place from the understanding that the forms carry in them the specificity of the abstraction that characterizes the social relationship that creates them and is reproduced by them. The texts chosen for analysis are “Debates on the Law of Thefts of Wood (1842)”, “The 1844 Manuscripts” and “Misery of Philosophy (1847)”. The arguments are based on Rubin (1987, 2014), Pachukanis (2017), Moseley (2004, 2014, 2016), Smith (1990), Arthur (2004), Grespan (2012, 2019), Kurz (2014), Sekine (1997a, 1997b), Silva (1970/2017), Musto (2015, 2018, 2019, 2020a, 2020b).

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Idioma

Português

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